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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

FEMININA CAMISA 12 1975: TORCIDA FEMININA ESTRÉIA O SEU NOVO UNIFORME

As representantes da Torcida Feminina Camisa 12, visitaram na tarde de onte o Jornal dos Sports, ocasião em que apresentaram o seu novo uniforme, que será sorteado hoje, em São Januário. Fundada em 06 de Maio de 1973, a Torcida Feminina é liderada por Iara Barros, tendo como Rainha Célia Soares, que será coroada em Maio.
O uniforme é composto por uma camiseta branca (oferecida pelo Ponto Frio Bonzão), calça comprida (branca ou preta) ou short branco, boné, meia e tênis preto. Hoje, antes do jogo Vasco x Cruzeiro, Iara, Célia e Teresa Ricciotti (foto), estarão em São Januário homenageando a Sra Orlando Baptista, a mãe do atacante Roberto e o Dr Armando de Abreu e Sra, este superintendente do Vasco. Os homenageados receberão flores da A Camélia, oferecidas por Alváro Moreira.
As jovens interessadas em filiar-se a Torcida Feminina devem procurar Iara ou Célia, em dias de jogos do Vasco, Estádio Mário Filho ou em São Januário. O uniforme completo custa Cr$ 16,00, a carteira e a mensalidade, apenas Cr$ 5,00.
Fonte: Jornal dos Sports 23 de Março de 1975

Feminina Camisa 12 Jornal dos Sports 1975

Feminina Camisa 12 Jornal dos Sports 1975

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

VASCACHAÇA 1975: PRESIDENTE DONA DÉCIA

A Torcida Organizada Vascachaça, em assembléia realizada na terça feira, elegeu por unanimidade Dona Décia como Presidente da Torcida, pelo apoio e carinho que vem oferecendo aos componentes da Vascachaça do Engenho de Dentro. 
Dona Décia promete que fará uma festança se o nosso Vascão for campeão carioca de 1976
Delmar e Claudionor, Engenho de Dentro
Fonte: Jornal dos Sports 01 de Agosto de 1975

Vascachaça Jornal dos Sports 1975

Vascachaça Jornal dos Sports 1977



Vascachaça Maracanã 1977

sexta-feira, 16 de junho de 2017

VASCOOPER 1975: HISTÓRIA

Torcida Organizada do Vasco da Vila da Penha, estreou em 30 de Março de 1975 e teve como Chefe Marinho.

ESTAMOS CRESCENDO
O Vascão está cada vez mais forte e a nossa Torcida Vascoopes também, e nós precisamos de torcedores para crescer ainda mais.
Devemos participar desse crescimento torcendo com mais amor e maior intensidade com a nossa Vascooper.
O negócio é o seguinte, bicho: criamos a Vascooper e precisamos de vocês, Vascaínos como sócios da nossa Torcida, assim como o Vasco para cima de vocês, como torcedor.
A Vascooper estreou no ano passado no jogo Vasco x Fluminense e o placar foi joia (2 a 1). Estamos nos organizando para sermos aquela força Vascaína. 
Entre em contato conosco, sem demora, nas arquibancadas, com o Pepito, Júlio César e Cristiano.
Agradecemos a Força Jovem e ao Eli Mendes (Chefe) e ao Carlos pelo apoio que nos vêm dado, ajudando-nos a colocar nossa faixa nos jogos do Vascão.
Pepito, Júlio César, Cristiano, Sérgio (Jum Jum), Comando da Vascooper, Vila da Penha.
Fonte: Jornal dos Sports 20 de Maio de 1976

Vascooper Jornal dos Sports 1976

Vascooper Jornal do Vasco 1975

Vascooper Jornal do Vasco 1975

Vascooper Jornal dos Sports 1976

Vascooper São Januário 1976

Vascooper Maracanã Jornal do Vasco 1976


quinta-feira, 23 de março de 2017

ALFIVASCO 1975: HISTÓRIA

Torcida do Vasco do Bairro de Engenho de Dentro em homenagem ao lateral direito Alfinete (Paulo César Barreiros), que chegou vindo do Olaria em 1971.
Foi fundada em 1975 e acabou em 1976 com a saída do jogador para o Uberaba de Minas Gerais. Teve como Chefe Maria de Fátima Barros.
“Depois de tantas glórias, títulos e muita alegria, chega a hora da despedida. Um até logo para você, Alfinete, que foi um dos responsáveis pela conquista do Campeonato Brasileiro  de 1974....
E nós componentes da Torcida Alfivasco, esperamos que você possa mostrar em seu novo Clube , aquele mesmo futebol jogado no Vasco. Na sua despedida, também está se despedindo a Torcida Alfivasco, que com esta tristeza: Adeus Alfinete. “Ou melhor, até logo” 
Maria de Fátima Barros, Engenho de Dentro (23 de Março de 1976)
Fonte: Jornal dos Sports Coluna Bola em Jogo 18 de Julho, 01 de Agosto, 04 de Outubro de 1975 e 23 de Março de 1976

Alfivasco Jornal dos Sports 1975

Alfivasco Jornal dos Sports 1975

Alfivasco Jornal dos Sports 1975

Alfivasco Jornal dos Sports 1975

Vasco Alfinete Revista Placar 1974

Alfivasco São Januário Jornal dos Sports 1975


Alfivasco São Januário Jornal do Vasco 1975

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

VASCO 2017: LIVRO "100 ANOS DA TORCIDA VASCAÍNA", 1975 NA CADÊNCIA DO SAMBA

                                                                          “Um, dois, três, Botafogo é freguês”.
                                                                                           Coro tradicional
1975                  Na Cadência do Samba

O sonho de toda torcida organizada é crescer e se tornar eterna como é o próprio clube, mas nem sempre isso é possível, pelo contrário, ao longo dos anos, o que mais aconteceu nas arquibancadas do Maracanã e de São Januário nos anos 1970, foi o nascimento e morte de inúmeras torcidas.
A crise na Força Jovem no final de 1974 teve como reflexo imediato a saída de muitos integrantes e várias lideranças. Muitos abandonaram definitivamente as organizadas mas outros fundaram novas torcidas, como a Exorci-Vasco, fundado por Valfrido, um dos principais líderes da Força Jovem, responsável pela bateria. Logo em janeiro de 1975 ele anunciava nos jornais: “você, que gosta de curtir uma boa, tomando sua cerveja nos intervalos de jogos e vibrando sob a bateria incrementada daqueles que sabem das coisas, venha fazer parte da Exorci-Vasco, a nova Torcida, que terá o comando de Valfrido, que vai sacudir o Mário Filho em dias de jogos do Vascão, segurando a ferradura do estádio e levando a alegria a todos”.
Outra torcida que surgiu neste período e que se tornou tradicional foi a Pequenos Vascaínos fundada em 20 de Agosto de 1975. “A Torcida foi criada pelo meu pai, Jorge Macedo, no quintal da minha casa, na Rua Carlina, nº 93 Olaria e um amigo, sr. Cláudio e seus filhos adolescentes, Jorge e Lúcio, disse Valéria Macedo, filha do Fundador Jorge Macedo. Desde esta época, adota como lema: “VAMOS TORCER SEM VIOLÊNCIA”. Em 1979 assumia o comando Zeca, que ficou por muitos anos liderando.
A temática da violência já dominava a preocupação das principais lideranças apesar da imprensa não acompanhar o problema com mais atenção. Em maio uma iniciativa da torcida Flachop promovia um torneio de futebol de salão no clube Milionários em Pilares. Entre os participantes estavam a Força Jovem do Vasco, a Young Flu do Fluminense, a Flachopp do Flamengo e a Torcida Jovem do Botafogo.
Os conflitos maiores entre as torcidas continuavam nos jogos entre os clubes fora do Rio de Janeiro. Na sua estreia na Libertadores, os vascaínos sofrem na partida contra o Cruzeiro no Mineirão. Um torcedor denuncia na coluna  de cartas do Jornal dos Sports a tensão da partida: “depois de ter assistido ao jogo entre Vasco e Cruzeiro, tive o desprazer de ver aquilo que um torcedor brasileiro não deve fazer nunca. No final da partida houve de tudo, meus caros. O comportamento dos torcedores foi lamentável (...) Infelizmente o que se passou foi uma lástima, pois eu mesmo tive que vir de carona, pois meu ônibus foi completamente danificado. Isso para não falar dos torcedores que ficaram em situação pior”. Já pelo campeonato brasileiro em 1975 uma outra carta relatava a forma amistosa com que os vascaínos eram recebidos no Paraná e registrava a paz selada entre vascaínos e cruzeirenses no mesmo ano. O que demonstrava a capacidade das torcidas organizadas ainda negociarem acordos de pacificação e reconhecer que o problema maior da violência em meados doa anos 1970 estava entre os torcedores não-organizados de cada estado que faziam do bairrismo, o seu sentimento principal: “a Torcida Força Jovem do Vasco tem o prazer de agradecer ao simpático povo curitibano e em particular à Torcida do Coritiba MUC (Movimento Unido Coritibano), pela maneira simpática e carinhosa como recebeu os integrantes da caravana da ‘Forja’, uma verdadeira lição de desportividade e hospitalidade. Daqui, só podemos dizer aos colegas de Curitiba que não vamos esquecer o carinho de vocês e apenas aguardaremos a oportunidade para retribuirmos. O mesmo aconteceu em BH, na quarta-feira, quando a Torcida Jovem do Cruzeiro apagou toda aquela mancha deixada por uma minoria irresponsável, na última vez em que estivemos em Belo Horizonte”.
O crescimento e o fortalecimento das Escolas de Samba do Rio de Janeiro nos anos 1970 foi acompanhado do aumento da participação dos torcedores organizados junto as agremiações carnavalescas. A medida que as principais torcidas utilizavam instrumentos de percussão para animar as partidas foi natural que os torcedores se integrassem nas escolas e vice-versa.
Reconhecido como um clube adorado por muitos sambistas, o Vasco da Gama podia se orgulhar de ser o preferido no mundo do samba, de que seus ilustres sambistas faziam questão de manifestar seu amor pelo Almirante. Dentre eles, podemos destacar Jamelão, Aldir Blanc, Guinga, Nelson Sargento, Martinho da Vila e Paulinho da Viola que liderados pelo jornalista Sérgio Cabral, sempre pontuavam a relação entre o seu clube de origem popular e o ritmo musical consagrado pelos cariocas.
Nesta época ocorreu a popularização dos sambas enredos que logo viravam hits nas arquibancadas, o melhor exemplo era a música “Domingo” da União da Ilha do Governador de 1976. Já nos festejos de 1970 a torcida contava com o apoio da bateria da Mangueira, escola que meia  Alcir freqüentava. Foi assim com a Vila Isabel em 1975, com a Portela, o Salgueiro, enfim, foi se consolidando esta aproximação entre torcedores e sambistas.
O próprio clube de São Januário soube explorar este filão com o concorrido Baile do Almirante, sucesso nos  carnavais da década de 1970 e 80. Traçando um paralelo entre o Vasco e o Flamengo, o jornalista Sérgio Cabral compara a diferença entre um carnaval de caráter popular e outro com traços elitistas: “pega o carnaval do Vasco em São Januário, aquele imenso salão com 12,15 mil pessoas gente de Vaz Lobo, Penha, Madureira. O Flamengo era o baile ‘Vermelho e Preto’, era uma coisa assim, chique”.
Na década de 1970 o mercado editorial registra uma ampliação de livros cuja temática eram os relatos das memórias dos protagonistas da História, se tornando o grande filão de venda de livros da época que viveu uma expansão de vendas em função da crescente ampliação da classe média e do aumento do nível de escolaridade da população brasileira.
Em 1975 era lançado o livro de José da Silva Rocha, ex-presidente do clube e uma memória viva dos primeiros anos. Rochinha, como era conhecido foi um ex-atleta de vários esportes do Vasco nos anos 1910 e 1920. Trabalhou muitos anos na imprensa esportiva e resolve fazer esta grande obra de caráter histórico e memorialístico. O livro é o primeiro volume que vai de 1898 até 1923. Porém, os outros volumes não foram escritos.
Fonte: Livro “100 anos da Torcida Vascaína”, escrito pelo historiador Jorge Medeiros.


Vasco Jornal do Vasco 1975

Vasco 1975

domingo, 17 de julho de 2016

ELITE VASCAÍNA 1975: HISTÓRIA

Fundada em 1975, teve como Chefe Marco Antônio Rodrigues.

Vasco Elite Maracanã 1976

Vasco Elite Maracanã 1976







segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

VASCAXIAS 1975: FUNDAÇÃO

Vários Clubes cariocas já tem Torcida Organizada em Duque de Caxias. 
Agora, um grupo de jovens tendo a frente Fanor Marques de Almeida e José Roberto Garcia, organizaram a Vascaxias, congregando torcedores do C. R. Vasco da Gama.
Provisoriamente os Vascaínos estão se reunindo na Praça Roberto Silveira 15, 1º Andar. 
O objetivo do grupo, segundo seus líderes, é levar aos Estádios o nome de Duque de Caxias e incentivar o Clube que tem na cidade grande número de torcedores entusiastas.
Todos os Vascaínos que desejam se incorporar a Vascaxias, podem procurar Fanor ou José Roberto na Papelaria Itatiaia.
Fonte: Jornal O Fluminense 31 de Outubro de 1975

Vascaxias Jornal O Fluminense 1975



segunda-feira, 8 de julho de 2013

VASPENHA 1975: HISTÓRIA

Torcida do Bairro da Penha, fundada em 1975,  tendo como Líderes Florindo, Jorge Alves Dias, Renê.


Vaspenha Jornal O Globo 1975

Vaspenha Jornal O Globo 1975


Vaspenha Maracanã 1976


Vaspenha Rene Jornal do Vasco 1976


domingo, 23 de junho de 2013

VASCAREPAGUÁ 1975: HISTÓRIA

Torcida do Bairro de Jacarepaguá no Rio de Janeiro, foi fundada em 1975 e acabou na década de 1970, tendo como Chefe Carlos Alberto de A. Ferreira.
Em São Januário ficava ao lado esquerdo da TOV.
No Maracanã, a direita da Força Jovem.

VENHA PARTICIPAR
A todos que quiserem participar da nossa Torcida, a Vascarepaguá que é só se comunicarem com Luís ou Leila.
Maria de Fátima
Fonte: Jornal dos Sports 22 de Julho de 1975

Vascarepaguá Jornal dos Sports 1975

Vascarepaguá década de 1970

Vascarepaguá São Januário 1976


Vascarepaguá Maracanã 1976

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

SARAVASCO 1975: HISTÓRIA

Fundada em 1975 teve como Chefes Ricardo e Miguel.


Saravasco Jornal dos Sports 1975

Saravasco Maracanã 1976

Saravasco Maracanã 1976

Saravasco Maracanã 1976

Saravasco Jornal do Vasco 1976


sábado, 19 de fevereiro de 2011

PIE VASCO 1975: HISTÓRIA

Torcida do bairro de Piedade da Cidade do Rio de Janeiro, fundada em 1975, teve como Chefe Jorge Trindade Gil e os Diretores Geraldo Bernardes de Mello Filho e Wagner da S. Santos.


Pie Vasco São Januário 1975

Pie Vasco São Januário 1975

Pie Vasco São Januário 1976

Pei Vasco Jornal do Vasco 1975