segunda-feira, 6 de maio de 2013

TOV 1956: DULCE COMANDA A TORCIDA ORGANIZADA

Em 1956, o Vasco tinha uma Torcida Uniformizada, mas não Organizada.
Entre os participantes ativos estavam Domingos Ramalho, Tião (Sebastião Gonçalves Carvalho), Zé Fonseca, Dulce Rosalina, Madame Bastos, Idalina David Barbosa, Teresinha, Aida de Almeida, Marina, Hilda David Barbosa, Marlene, Conceição, Ermelinda e Norma Uchoa, principalmente.  
Aquela turma empurrara, tremendamente, o 
time, na vitória, por 2 x 1, sobre o Flamengo, na tarde do domingo 18 de Março de 1956, deixando o Treinador Martim Francisco deslumbrado com a força que saía das arquibancadas. Martim ainda era treinador do América, que levara ao título do terceiro turno do Campeonato Carioca, na véspera.
Como andava brigado com o “Diabo” e já estava enfeitiçado pelo “Almirante”, no dia seguinte, compareceu ao vestiário Vascaíno, após os 2 x 1 sobre os rubro-negros – dois gols de Pinga.
Depois do clássico, Erasmo Porto apresentou Dulce Rosalina a Martim Francisco. 
Ele pediu-lhe: “Organizem a Torcida, que eu darei o Campeonato ao Vasco”. 
Dois dias depois, ele mandava o “Diabo” para o inferno e seria anunciado como treinador da “Turma da Colina”, substituindo Flávio Costa.  
Tão empolgada quanto ele, a patota levou a sugestão a sério e, rapidamente, se estruturou.

NOVA DIRETORIA
Presidente (Chefe): Dulce Rosalina
Tesoureiro: José Fonseca
Vice-Presidente: Idalina David Barbosa
Diretora Social: Madame Bastos
Ramalho seguiu como uma espécie de maestro, mandando clarinadas em um canudo de mamona.
Do lado da Diretoria, João Silva era um colaborador.

E, assim, pelo incentivo do treinador, surgiu a primeira mulher brasileira chefiar uma Torcida de Clube de futebol, Dulce Rosalina, até hoje considerada a torcedora-símbolo do Vasco.
Antes de Dulce, uma torcedora de nome Margarida Portugal Lourenço era quem liderava. Ela andava triste, pela perda do pai, e afastou-se do ofício. 
Foi então que outros Torcedores-Símbolos, como Tião e Ramalho, e até o Presidente Vascaíno, Arthur Pires, convocaram Dulce para suceder a amiga tristonha.
Naquele mesmo 1956, ela passou a dirigir a Torcida Organizada do Vasco.
Criou concurso de baterias e lançamento de papel picado pelos Estádios à entrada do time no gramado. Martim Francisco recebia aquilo como um grande incentivo à equipe, que tinha no zagueiro e capitão Hideraldo Luiz Bellini o atleta mais admirado pela galera.
“Foi o ídolo que deixou mais saudade”, declarou Dulce à Revista do Esporte.

TOV Dulce Rosalina e Domingos Ramalho 1956

terça-feira, 30 de abril de 2013

LEGIÃO DA VITÓRIA 1942: CARAVANA MONSTRO PARA ESTIMULAR O VASCO

Organiza-se para domingo uma grande caravana de Vascaínos para assistir a tradicional peleja entre Vasco e Flamengo. 
Para isso, uma comissão, composta dos associados Olympio Pio, João de Lucca, Waldemar de Oliveira, João Maquiem e Américo Cabral, que faz um apelo a todo o quadro social do Vasco para que procurem com o Sr. Edgard Freitas, na secretaria do Clube, a Avenida Rio Branco, os cartões que darão direito a viagem em ônibus especial e entrada na arquibancada do campo do Flamengo, até 6ª feira próxima.
O local da partida será da Rua Uruguaiana, esquina de Carioca, as 12.30 horas.
Fonte: Jornal Gazeta de Notícias 24 de Junho de 1942 

Legião da Vitória Jornal Gazeta de Notícias 1942
São Januário década de 1940 Revista quadrinhos do Vasco 1978

segunda-feira, 29 de abril de 2013

TORCEDORES SÍMBOLOS 1957: DULCE ROSALINA

Símbolo de todos os torcedores, tão devotada ao Clube, que foi agraciada por um dirigente com o título de sócio proprietária, Dulce Rosalina considerada de fato a primeira mulher líder de uma Torcida, a TOV que antigamente era chamada de Torcida Organizada ou Torcida Oficial, onde foi Chefe de 1956 a 1976, de lá saiu e fundou a Torcida Renovascão em 1976, onde ficou até sua morte em 2004.
Nascida em 07 de março de 1934, Dulce Rosalina foi a primeira mulher no Brasil a comandar uma Torcida Organizada de times de futebol. Viveu até 19 de Janeiro de 2004, como a torcedora-símbolo do Vasco.
Em 1956, passou a dirigir a Torcida Organizada do Vasco, para criar o concurso de baterias e lançar papel picado pelos estádios, à entrada do time no gramado. 
Conta-se que o treinador Martim Francisco pediu-lhe (e a Domingos do Espírito Santo Ramalho Ramalho), um outro torcedor-símbolo, para organizar a Torcida, que ele daria o título carioca da temporada, o que rolou.
Dulce Rosalina Ponce de León, que vive por 79 anos, nasceu pela bandas da Ponte dos Marinheiros, de onde mudou-se, para a Avenida Getúlio Vargas, mais tarde. 
Filha de um português Vascaíno naturalizado brasileiro e que vivia nas festas do rancho carnavalesco Recreio das Flores (atual Recreio da Saúde), ela aprendeu, com o pai, a execrar o preconceito de cor. Aderiu a causa ao tomar conhecimento de que o Presidente Vascaíno, Raul Campos, enfrentara a elite do futebol carioca, para manter atletas negros no Clube.    
Com sete anos de idade, Dulce estudava no Colégio Anglo-Americano.
Aos 10, estava no Regina Coeli. 
Completou os estudos no Santa Teresa de Jesus, no Largo da Segunda-Feira, na Tijuca.
Em 1948, começou a namorar Ponce de León, jogador do São Paulo, com quem casou-se, em 1939, e dele enviuvou-se, em 1965.
Em 22 de janeiro de 2004, quando não era mais viva, foi homenageada pela prefeitura do Rio de Janeiro. 
Virou nome de rua. A antiga Rua do Reservatório (Bairro Vasco da Gama/VII Região Administrativa/São Cristóvão) passou a ser  Dulce Rosalina, pelo decreto Nº 23925, assinado pelo prefeito César Maia, que a considerou "torcedora-símbolo do Clube de Regatas Vasco da Gama, exemplo da paixão carioca pelos times de futebol da cidade".

GRANDE PAIXÃO
Em 1961, Dulce venceu o concurso  “Melhor Torcedor Brasileiro”. 
Era a glória para quem deixava de trabalhar para não faltar à vida vascaína. Com o time, viajava pelo país a fora.
Em 1976, por apoiar a candidatura de Medrado Dias à presidência do Clube, foi obrigada a desvincular-se da Torcida. Fundou a “Renovascão”.
Em 1991, devido problema nas vistas, deixou de ir aos jogos noturnos.

Torcedores Símbolos Dulce Rosalina 1982

Torcedores Símbolos Dulce Rosalina 1986

domingo, 28 de abril de 2013

TORCEDORES SÍMBOLOS 1930: JOÃO DE LUCCA

João de Lucca, que conduziu a Torcida nos anos 1930, 40 e 50. 
Um torcedor “alto e de voz mansa”, que não teve a mesma projeção dos anteriores. Expansivo, como bom descendente de Italianos, ia para arquibancada de megafone em punho animar a massa. 
Morreu na década de 1960 como Benemérito do Vasco 
Fonte: O Clube Como Vontade e Representação: O Jornalismo Esportivo e a Formação das Torcidas Organizadas de  Futebol do Rio de Janeiro de Bernardo Borges Buarque de Hollanda, Editora 7 Letras

QUEM É JOÃO DE LUCCA
Ingressando no Vasco em 1930. De Lucca, tornou-se atleta, da seção de Basquetebol, de onde acabou Diretor, cargo que ocupou depois nas divisões de pugilismo e festas. Já em 1942 surgia como Conselheiro do Vasco, posto que até hoje ocupa. Dentre as muitas campanhas das quais participou podem-se citar as de cunho financeiros a de novos sócios, na qual mereceu uma medalha de ouro por ter conseguido mais de 1.600 sócios, a frente inclusive do conhecido Aleluia, e a volta de Ademir, quando levantou a importância necessária para a compra do passe do extraordinário jogador.
Tal era a dedicação de João de Lucca pelo Vasco que, em 1945, a própria imprensa desportiva o condecorava com uma medalha por ter sido escolhido o jogador número 12 do Vasco da Gama. A página seria pequena para enumerar os serviços prestados ao Vasco da Gama por De Lucca.
Fonte: Jornal Diário Carioca 04 de Novembro de 1961

Torcedores Símbolo João de Lucca Jornal Correio da Manhã 1946


TORCEDORES SÍMBOLOS 1930: AFFONSO SILVA, O POLAR

Na década de 1930, apareceu o segundo líder Vascaíno, Affonso Silva, o Polar, assim apelidado em alusão a uma marca de sorvete por ele mesmo lançada, era um “mulato majestoso e bem vestido”, que se postava à frente das cadeiras sociais de São Januário, com sua bengala de junco empunhada à maneira dos jogos de rúgbi e baseball norte-americanos, tal como exibiam as fitas das salas de cinema na época. Esteve em tal condição até o concurso de Embaixador e de Embaixatriz para a Copa do Mundo de 1930, quando perdeu a eleição na categoria masculina para Oswaldo Menezes, do Flamengo, que não chegava a ser Chefe de Torcida.
Polar se meteu a Chefe de Torcida do Vasco. Nem todo mundo, em São Januário, gostou daquilo. O Polar, um reclamista, Chefe de Torcida. Durante a semana o Polar andava pelo meio da rua, um dia era o Soldado do Flip, outro era o Frankenstein, outro era o Corcunda de Notre Dame. No domingo vestia-se de branco, com uma camisa bem apertada no peito, ia para a pista de São Januário. E lá de baixo mandava, com um vozeirão de camelô, todo mundo gritar Vasco. Se muita gente não gostava de obedecer ao Polar, quem era o Polar para dar ordens?
João de Lucca gostava. Para onde o Polar ia, ele ia. Se o Polar era o Chefe da Torcida, ele era o Sub-Chefe.
Polar, aliás, considerava o João de Lucca como uma espécie de Sub-Chefe.
O Polar tinha treinado a voz. Era speaker das lutas de boxe do Estádio Brasil. Quando ele, no meio do ring, gritava o nome, a nacionalidade, a categoria e o peso de um boxeur, quem estava no último degrau das gerais, lá em cima, ficavam com os ouvidos doendo. Ele não precisava de megafone. Com ele era no peito. Os torcedores das cadeiras numeradas tinham que tampar os ouvidos. Por isso quando ia comandar a Torcida do Vasco, o Polar ficava na pista de atletismo de longe.
E parecia que uma porção de gente estava gritando. Era ele, era o João de Lucca, era uma meia dúzia de Vascaínos.
João de Lucca ficava logo sem voz, mas continuava a abrir e fechar a boca.
A voz do Polar chegava para os dois. Um dia os Vascaínos se acostumaram com o Polar.
Já havia Vascaínos de dinheiro que simpatizavam com ele.
“Passe lá por casa, eu tenho uns anúncios pra você”. O Polar passava pela casa do Vascaíno, arranjava mais propaganda. Não andava pela rua só de tarde, como antigamente. Era o dia todo.
A gente via o Polar com uma roupa, daqui a pouco ele estava com outra roupa. Parecia um Fregoli. Também morava na Cidade. Era só dobrar a esquina, mudar de roupa e voltar para a rua.
Fonte: Jornal Globo Sportivo 09 de Setembro de 1948

Torcedores Símbolo Polar Jornal Crítica 1930

Torcedores Símbolo Polar Jornal Globo Sportivo 1948


TORCEDORES SÍMBOLO 1922: PARADANTAS

Ruidosamente, o primeiro Chefe de Torcida a sacudir o futebol brasileiro com a sua acintosa desinibição foi o Vascaíno Paradantas.
Paradantas era caixa do Banco Ultramarino, como tal, português, e ainda como tal, adepto do Vasco.
Andava-se por volta de 1922 quando ele entrou em cena. 
O Vasco, de papagaio empinado com a sua subida de Segunda para a Primeira Divisão da Liga, despertou-o para uma façanha inédita: fazer uma bandeira especial e assumir o comando da Torcida cruzmaltina.
Franco, transbordante de gestos e de frases, segundo o historiador José da Silva Rocha, “foi esse homem que encarnou a unidade Vascaína onde quer que o time se apresente para jogar.”
“Não lhe faltava confiança e fé nas representações do Clube. Seu grupo distinguia-se pela imensa bandeira que levava a ondular, entusiasmando os companheiros com seus gritos de guerra.”
Para José da Silva da Rocha, o Rochinha, antigo Presidente do Vasco, “o velho Paradantas e sua grel distinguiam-se em qualquer parte.”
“Mas era quase sempre no campinho do São Cristóvão, que dava fundos para a casa onde morava, que ele mais se agitava montando coreto e erguendo bandeiras, “para alegrar os Vascaínos e enfurecer seus inimigos.
Fonte: Jornal dos Sports 06 de Maio de 1976
Em 1934 Paradantas tornou Secretário do Vasco, foi uma grande aquisição, é um Vascaíno de fibra e qualidade.
Casado com Dona Emília e dessa união tiveram uma filha Gertrudes e o filho Fernando.

Torcedores Símbolos Paradantas Jornal dos Sports 1976

Torcedores Símbolo Paradantas Jornal Gazeta de Notícias 1934

Torcedores Símbolo Gertrudes filha de Paradantas  Revista Vida Doméstica 1924

Torcedores Símbolo Paradantas Jornal O Radical 1937

Torcedores Símbolo Paradantas Jornal O Radical 1940

sexta-feira, 29 de março de 2013

ASTOVAS 2013: ASSOCIAÇÃO DAS TORCIDAS DO VASCO REPUDIA DIRETORIA NO 'CASO ENGENHÃO'

Citando história de São Januário, Organizadas não estão de acordo com cessão do Estádio a outros Clubes e com realização de clássico com o Botafogo em Volta Redonda.
Após muita polêmica, a Diretoria do Vasco definiu sua postura no "caso Engenhão", mas parece não ter agradado às Organizadas do Clube. Em carta aberta, a ASTOVAS (Associação de Torcidas Organizadas do Vasco) repudiou a atitude do Presidente Roberto Dinamite na questão, cedendo São Januário para a realização do jogo do Fluminense pelo Campeonato Carioca e aceitando que o clássico contra o Botafogo seja realizado em Volta Redonda na próxima quarta-feira.
Os torcedores citam a história, relembrando a exclusão que o Cruz-Maltino teve na década de 20 por não possuir um Estádio, e lembra o caso da Vila Belmiro, em Santos (SP), que recebe clássicos em São Paulo.
Confira à íntegra:

"NOTA OFICIAL DA ASTOVAS SOBRE O REMANEJAMENTO DOS JOGOS PARA O NOSSO ESTÁDIO DE SÃO JANUÁRIO
Rio de Janeiro, 27 de Março de 2013
A ASTOVAS, Associação das Torcidas Organizadas do Club de Regatas Vasco da Gama vem à público se posicionar em relação aos recentes acontecimentos relacionados ao CRVG, seus sócios e sua imensa massa de torcedores.
Antes de falar sobre mais uma covardia que está sendo feita com nosso Clube, nossa História e nosso patrimônio, com a anuência da nossa Diretoria, queremos dar as boas vindas ao novo Técnico dos profissionais, o Sr. Paulo Autuori. Desejamos, mais que ninguém, que seu trabalho seja vitorioso e nos traga muitas alegrias.
Esperamos que sua vinda marque o começo de uma fase de acertos dessa Diretoria, que até agora se mostrou tão pouco competente diante da responsabilidade de gerir a paixão de 20 milhões de Brasileiros.
Mais uma vez o nosso presidente, o senhor Carlos Roberto de Oliveira, nos decepciona com sua fraqueza de atitudes e seu pouco apreço pela gloriosa História do nosso clube.
Agora entraremos na parte que nos causa mais dissabor!
Cerca de noventa anos atrás fomos expulsos da AMEA (a FERJ da época) sob a hipócrita alegação de que não tínhamos campo próprio para mandar nossos jogos, embora todos saibamos que isso era apenas uma tosca tentativa de encobrir as reais motivações dessa elite, a manutenção do preconceito racial e exclusão social no esporte brasileiro, o que o Vasco sempre se mostrou contrário.
Agora, com os desacertos das obras dos estádios públicos da nossa cidade, Maracanã e Engenhão, fechados , respectivamente para intermináveis e absurdamente caras reformas para o Mundial de 2014 e inexplicáveis reformas estruturais, pouco anos após sua inauguração, os mesmos Clubes que nos expulsaram em 1924 e que vivem maquinando contra o nosso direito de mandar nossos jogos mais importantes no nosso campo, vão agora poder usufruir do que foi construído com o dinheiro e o trabalho dos nossos antepassados e o senhor apenas balança sua cabeça e sorri?
Ainda mais que o senhor permitiu que o jogo de domingo contra o Botafogo F.R, fosse adiado para quarta feira, EM VOLTA REDONDA?!?!
O senhor e os seus apaziguados acham que nos fazem de palhaços, mas a hora da desforra dos Vascaínos está chegando, tem duas datas marcadas em 2014!
Que as eleições, no Vasco e na ALERJ, venham logo, para que os Vascaínos de bem façam com o senhor o mesmo que fizeram com seu antecessor, de tão triste memória para todos nós...
Hoje integrantes da nossa Diretoria estiveram no entorno de São Januário para
verificar se as ruas foram alargadas, se construíram mais estacionamentos, a
instalação das novas roletas e o melhoria do transporte coletivo no local e vimos que nada mudou!
Ora, se nada disso foi alterado e eram EXIGÊNCIAS do GEPE (PM) e do GPREV (Bombeiros) PARA QUE OS JOGOS COM OUTROS CLUBES GRANDES ACONTECESSEM EM SÃO JANUÁRIO, porque agora o nosso Estádio serve?
Onde está o tão falado TAC assinado pelo nosso Presidente, que desde 2011 nos era brandido como motivo de impedimento para a realização dos jogos de grande apelo no nosso monumento?
Será que o 2º Batalhão de Choque da PM de São Paulo e os bombeiros do mesmo Estado são tão mais competentes que os do Rio de Janeiro? A pergunta procede, já que os clássicos paulistas com mando de campo do Santos F.C ocorrem normalmente na Vila Belmiro, mesmo com os acessos, transporte e estacionamentos infinitamente mais precários que os do nosso Estádio.
Onde está a tão decantada (pelos seus comandantes, é claro!) excelência do GEPE no trato com eventos esportivos no nosso Estado?
Enfim, responsáveis por esses paradoxos citados, convocamos os senhores para explicar publicamente as questões por nós levantadas, como legítimos representantes que somos, da Torcida Vascaína espalhada por todo o planeta.
No aguardo,
Diretoria da ASTOVAS"
Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Associacao-torcidas-Vasco-diretoria-Engenhao_0_890910996.html#ixzz2Ot12kN3V 
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São Januário 2013

São Januário 2013

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

ASTOVAS 2013: DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO DAS TORCIDAS ORGANIZADAS DO VASCO

Presidente: Cláudio do Carmo (Claudinho) da Força Jovem do Vasco (FJV)
Vice-Presidente: Pierre da Ira Jovem (IJV)
Diretor de Comunicação: Jorge Mansur da União Vascaína
Diretor Administrativo: Luiz Rocha da Pequenos Vascaínos (TPV)
Diretor Relações: Davidson de Mattos da Movimento Guerreiros do Almirante (GDA)
Diretor Geral: Cláudio Freitas da Vila Vasqueire
Conselheiro Fiscal: Beto da Rasta do Vasco; Claiton da Super Jovem Vasco; Allan da Vasboêmios
Conselho de Notáveis: Bruno Vecchio da União Vascaína 



ASTOVAS 2013


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

ASTOVAS 2013: ASSOCIAÇÃO DAS TORCIDAS DO VASCO FAZ DURAS COBRANÇAS À DIRETORIA

A ASTOVAS (Associação das Torcidas Organizadas do Vasco) emitiu uma carta aberta onde fez duras críticas à diretoria e aos conselhos do clube. Entre os assuntos, reclamações quanto a aprovação de contas, ao estado atual da sede de São Januário, a uma suposta passividade junto a Federação citando exemplos, entre outros pontos.
Os únicos poupados no conteúdo foram o Diretor-técnico, Ricardo Gomes, e o Diretor-geral, Cristiano Khoeler, com o argumento de que estão em início de trabalho. Eles, no entanto, não escaparam do alerta sobre as peças de perdas importantes como Juninho, Felipe e Fernando Prass sem, segundo eles, "a devida reposição".
Confira à carta aberta na íntegra:
"Carta aberta da ASTOVAS aos Vascaínos
Rio de Janeiro, 19 de Fevereiro de 2013.
Irmãos que dividem a arquibancada Vascaína conosco, temos notado com preocupação crescente o desenrolar dos fatos no nosso amado clube e decidimos levar a todos os torcedores e sócios do maior Clube do Brasil nossas dúvidas e observações, na intenção de ajudar o Vasco a sair de uma crise sem precedentes na nossa História.
É de conhecimento público que temos questionado o senhor Carlos Roberto de Oliveira, presidente do CRVG, sobre as mazelas de sua gestão, mas entendemos que existem vários outros responsáveis pelo descalabro Cruzmaltino e essa CARTA ABERTA é para chamar cada um desses personagens à RESPONSABILIDADE dentro do clube, pois é isso 
que exigimos de cada um que lide com a nossa paixão!
Não vamos nos ater novamente aqui ao seu nepotismo, à falta de transparência dos seus atos e muito menos na sua lentidão em tomar decisões cruciais para o Vasco.
Tão pouco vamos questionar o que o senhor fez com a base do futebol de campo com os esportes amadores, principalmente remo, basquete e futsal ou a sua incompetência para conseguir o respeito que o Vasco sempre teve e mereceu de governantes e juízes, assim como dirigentes de futebol de Federações e demais Clubes.
Muito menos vamos repisar no seu fracasso de tornar São Januário um dos palcos dos Jogos Olímpicos de 2016.
Queremos mesmo entender AGORA as razões, até agora nebulosas, das saídas de vice-presidentes importantes, como Fred Lopes (Patrimônio), Nelson Rocha (Finanças), José Mandarino (Futebol) e outros. O que houve para homens da confiança do atual presidente, articuladores da sua eleição, agora estarem todos fora da diretoria e montando mais um grupo político? 

Eles não explicaram aos Vascaínos, assim como também não o fez o nosso Presidente.
Gostaríamos também de entender como o Conselho Deliberativo do Clube, presidido pelo Sr. Abílio Borges, que estranhamente se afastou num momento tão conturbado, aprovou a proposta de orçamento para 2013, mesmo sendo tão danosa ao Vasco e agora voltou para passar por cima do parecer do Conselho Fiscal e aprovar as contas da atual diretoria?
Como aprovar algo que fecha o Colégio Vasco da Gama, e acaba com vários esportes tradicionais do Clube?
Estranhamos muito o comportamento de conselheiros, que mesmo sendo da situação, nos procuravam para criticar a gestão que fazem parte e pedir que a arquibancada se levantasse contra o Presidente, mas bastou esse mesmo oferecer os cargos vagos pela debandada citada acima, para que todos voltassem a se comportar como ‘situação’, solicitando calma aos sócios e torcedores que compõe a ASTOVAS!

É de se perguntar onde estão os homens responsáveis e desapegados de interesses particulares dentro do nosso Clube...
Enquanto isso, a crise se agrava.
Nossa representação na Federação é tão pífia que permitiu que, entre outras coisas, o principal jogo da 1ª fase da Taça Guanabara, o nosso jogo contra o rival, seja disputado numa quinta feira, às 19h30min e que nossa estréia seja em Volta Redonda, enquanto nosso Estádio será palco, à revelia da vontade dos Vascaínos, da estréia do Fluminense!
Onde está o nosso representante na FERJ para defender o Vasco diante desses descalabros?
Nosso Estádio amado é fotografado pela imprensa sujo e mal tratado, seu gramado está um areal, criticado até mesmo pela mídia da Holanda. Nossa Sede Social, em pleno verão carioca, está sem piscina, deixada quebrada pelo citado ex-VP de Patrimônio e não consertada pelo atual, Sr. Manoel Barbosa.
Nós nos perguntamos o que fazem os famosos Vascaínos abastados, como os Sendas, o Sr. Olavo Monteiro de Carvalho, o Sr. Antonio Peralta e muitos outros, que antes socorriam o clube em horas de aperto?
Como sabemos que não deixaram de ser Vascaínos apaixonados como nós, ficamos pensando no que pode ter afastado esses beneméritos. Alguém os lesou no Clube? Não confiam na solvência financeira do Vasco?
Por falar no Sr. Antonio Peralta, até quando ele permanecerá sentado sobre a atualização do cadastro de sócios?
Esperará a chegada da próxima eleição, para que a lisura do pleito seja questionada e o nome do nosso amado Vasco seja enxovalhado novamente?
Não nos esquecemos dos muitos males causados pelas gestões do Sr. Eurico Miranda e seu grupo, mas estamos cansados de ouvir falar em HERANÇA MALDITA.
Vocês, presidente, vices e conselheiros, foram ELEITOS com a RESPONSABILIDADE de solucionar tal situação e não para usar a incompetência e os desmandos alheios como DESCULPA para afundar ainda mais o Vasco.
E a tão falada e prometida auditoria que seria feita, porque não foi levada até o fim?
Teria, como se fala nos corredores de São Januário, atingido alguém que não interessa ao atual grupo dirigente?
Não esquecemos do Conselho de Beneméritos, que com 150 membros natos, reuniu pouco mais de SESSENTA para reeleger como Presidente, a pior figura da História do nosso clube e ainda menos representantes na decisiva reunião do Conselho Deliberativo que aprovou as vergonhosas contas de 2011.
Falando nessa reunião tão crucial, onde estavam todas as oposições que não conseguiram reunir votos suficientes para barrar esse crime contra o Vasco?
Senhores, o que pedimos é simples.
Basta de politicagem barata, de interesses pessoais, sejam eles financeiros ou apenas fruto de vaidade humana.
Cuidem do nosso amor com RESPONSABILIDADE e nós os aplaudiremos e apoiaremos, mas se o quadro continuar assim, as reações dessa imensa nação outrora bem feliz poderão ser imprevisíveis para todos e não apenas para o atual Presidente.
Nesse momento estamos poupando de críticas e questionamentos os senhores Ricardo Gomes e Cristiano Koehler, pois estão iniciando seus trabalhos, mas saibam que a saída de mais de um time inteiro, incluindo aí jogadores importantes como Juninho, Felipe, Prass e Alecsandro, sem a devida reposição é muito preocupante para nós e estamos vigilantes sobre como esse quadro vai evoluir.
Para finalizar, lembramos ao Sr. Renê Simões que ele se comprometeu conosco a lutar pela realização dos clássicos com mando de campo Vascaíno no nosso Estádio. Infelizmente o primeiro ainda não foi, assim como o segundo já sabemos que não será...
O Vasco acima de tudo!
Diretoria da ASTOVAS"
Fonte: Lancenet e http://www.supervasco.com

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

FORÇA JOVEM 2013: NOTA DO PRESIDENTE FET PARABENIZANDO OS 43 ANOS DA FJV

O G.R.T.O.Força Jovem do Vasco vem por meio de seu atual presidente Bruno Fet e de toda a sua atual Diretoria, parabenizar os 43 anos de aniversário da nossa amada instituição! 
Desejamos muitos anos de vida, muitas vitórias, títulos e que o espírito de "Família", seja cada vez mais atuante e eternizado, desde a nossa fundação até os dias de hoje!
Conseguimos com inúmeros suor, sacrifício e muito, muito, muito trabalho mesmo reconquistar o "respeito pelo nosso nome e pela nossa camisa", que se encontrava perdido há anos, e graças a Deus, com muita união, sabedoria, e principalmente apoio de todos os nossos sócios, componentes, membros e simpatizantes, estamos nos reerguendo, superando todas as adversidades encontradas, e hoje, conseguimos ter a Torcida totalmente pacificada, ao contrário de anos aonde, os torcedores vinham em São Januário e no Maracanã ou Engenhão, e tinha guerras de Vascaíno contra Vascaíno, sendo o nosso principal pilar a paz e o respeito por todos que vestem a camisa da Força Jovem do Vasco.
Recuperamos a nossa auto-estima que vivia esquecida e caminhamos a passos largos para recolocar a Força Jovem do Vasco como a principal Torcida Organizada dentro do Rio de Janeiro, Brasil e do mundo!
Para finalizar, solicito o apoio em massa de todas as pessoas que são ou fazem parte da FJV e compareçam na semi-final, aonde iremos novamente poder fazer a nossa festa ímpar nas arquibancadas, admiradas pelas aliadas e temidas e copiadas pelas Torcidas 
rivais! 
Estaremos liberados pelo MP e pelo GEPE, para utilizar as nossas bandeiras, faixas e baterias, e mostraremos ao Rio de Janeiro, Brasil e ao mundo como se faz uma verdadeira festa num Estádio de futebol e seremos o 12 jogador das arquibancadas, apoiando mesmo tendo ciência das limitações do nosso elenco, mais que com o nosso apoio e com o peso de nossa camisa iremos vencer a semi-final e a final, recolocando o Vasco como campeão, como sempre a FJV fez, sendo a maior Torcida Organizada do Clube e o coração das arquibancadas!
Agradeço a toda a minha Diretoria pelo trabalho realizado em todas as áreas e o sucesso não é meu ou de ninguém, é nosso, pois como diz o ditado: 
" A UNIÃO FAZ A FORÇA! "FORÇA JOVEM DO VASCO PARA SEMPRE!.
Atenciosamente,
Bruno Fet - Presidente do G.R.T.O. Força Jovem do Vasco

Força Jovem 43 anos 2013