terça-feira, 7 de maio de 2019

FORÇA JOVEM 1986: HOMENAGEM A ROBERTO DINAMITE

Roberto recebeu da Torcida Força Jovem, por intermédio da Marilene Silva, uma rosa vermelha e uma faixa com a inscrição:
“O ídolo de ontem, hoje e de sempre”.
O jogador recebeu também homenagem dos torcedores em Três Rios, antes da partida do Expressinho contra o Enterriense, que constou de uma placa de prata e depois participou da festa de aniversário do cantor Léo Jaime, que valeu para comemorar a conquista da Taça Guanabara.
Fonte: Jornal dos Sports 25 de Abril de 1986

Força Jovem Jornal dos Sports 1986

Força Jovem Maracanã 1986

Força Jovem Maracanã 1986


quarta-feira, 10 de abril de 2019

segunda-feira, 8 de abril de 2019

TORCIDA DO VASCO 1939: FOTOS 02


Vasco São Januário Jornal Sport Ilustrado 1939

Vasco São Januário Jornal O Globo Esportivo 1939

Vasco São Januário Jornal O Globo Esportivo 1939

quinta-feira, 4 de abril de 2019

VASPANEMA 1982: CONCURSO NOVO MODELO DE CAMISA

A Vaspanema está fazendo um Concurso para a criação de um novo modelo de camisa para a Torcida. 
E está convocando todos os Vascaínos para participarem deste Concurso, enviando seus modelos de camisas, para a Rua Montevidéu, 804 Penha, aos cuidados de Carminda Assunção. 
O ganhador do Concurso receberá como prêmio a sua camisa e ainda será sócio da Torcida. (10/06)

VENCEDOR
Os componentes da Vaspanema informam que o vencedor do Concurso sobre a nova camisa da Torcida foi Sauez Cherene Jassus, o Mussa, que ganhará como prêmio uma camisa autografada por todos os jogadores do Vasco além do título de sócio efetivo do Movimento Unido Vascaíno. 
A cerimônia da entrega do prêmio será marcada para breve. (28/09)
Fonte: Jornal dos Sports 10 de Junho e 28 de Setembro de 1982

Vaspanema Jornal dos Sports 1982

Vaspanema Jornal dos Sports 1982

Vaspanema Revista Placar 1982


Vaspanema Jornal do Vasco 1980

segunda-feira, 25 de março de 2019

segunda-feira, 11 de março de 2019

VASQUITA 1979: TORNEIO DE FUTEBOL E NOVO PRESIDENTE

Sob a coordenação de Cristóvão Abreu, que esta encarregado das inscrições, será realizado, amanhã, um Torneio de Pelada no Estádio do União, com início previsto para as 10 horas. 
Entre outras estão inscritas as equipes da Flaquita, Dois Toques, Fazenda, Vasquita, Cefan e da Base Aérea de Santa Cruz. (27/10)

NOVO PRESIDENTE
Carlos Nascimento, Presidente da Vasquita, também desmente que esteja apoiando a oposição. Diz ele: A Vasquita está com o melhor: Carlos Alberto Cavalheiro. (31/10)
Fonte: Jornal dos Sports 27 e 31 de Outubro de 1979

Vasquita Jornal dos Sports 1979

Vasquita Jornal dos Sports 1979

Vasquita São Januário 1979

Vasquita São Januário 1979


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

VAS-BELÉM 1982: FUNDAÇÃO

“ Alô galera do Vascaína do Pará e de todo o Brasil. 
Tenho um recado de nosso interesse e que vou pedir apoio total da nossa massa Vascaína.
Gente o Vascão da Gama estará jogando no Estádio Alacid Nunes em Belém no dia 31 de Janeiro e a família Vascaína precisa apoiar a onzena cruzmaltina que enfrentará o bem amado time do Paysandu .
Roberto Dinamite será homenageado com um troféu entregue por Donizete César (conceituado jornalista e publicitário da terrinha), com quem fundará a Torcida Vas-Belém, que será batizada pelo próprio Dinamite. 
O troféu que a Vas-Belém entregará a Roberto é o reconhecimento a sua incrível performance que o tornou “Artilheiro do Brasil 1981”.
Estaremos fazendo esta justa homenagem ao nosso grande artilheiro horas antes da partida contra o Paysandu no Mangueirão. 
E eu volto a lembrar aos Vascaínos de Belém, vamos nos unir a um só coro, gritando o nome do nosso glorioso Vascão da Gama, dia 31 no Estádio Alacid Nunes.
A Vas-Belém estará presente e claro ao jogão de bola e nós acertamos idéias, sugestões , colaborações de todos quantos quiserem colaborar com a caçulinha do Vascão. 
Para isso dispomos o nosso endereço: Caixa Postal nº 1623 Cep: 66.000, Belém PA.
Dado o recado, avante Vasco da Gama, a Vas-Belém te apoia.”
Oscar Costa, Belém Pará.
Fonte: Jornal dos Sports Coluna Bola em Jogo 16 de Janeiro de 1982 

Vas-Belém Jornal dos Sports 1982


quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

LEÕES DA COLINA 1982: CAMPANHA DE NOVOS SÓCIOS

A Torcida Leões da Colina, está promovendo a Campanha de novos sócios e a venda da camisa da Torcida por um preço especial para os torcedores.
Você pode entrar em contato com Mônica Conceição ou Fátima no Cubango em Niterói ou também com a Relações Públicas Cláudia Coelho ou com Eduardo Pacheco nos dias de jogos
Fonte: Jornal dos Sports, Coluna Bola em Jogo 1982

Leões da Colina Jornal dos Sports 1982

Leões da Colina Jornal dos Sports 1982

Leões da Colina Jornal dos Sports 1982


sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

ASTOVA 1983: NOVO PRESIDENTE ELY MENDES TORCIDA DÁ TOTAL APOIO A CALÇADA

Uma das primeiras medidas do novo Presidente da Associação das Torcidas do Vasco (ASTOVA), Eli Mendes, será elaborar um documento de total apoio ao Presidente Antônio Soares Calçada, visando cooperar com o dirigente para o time fazer uma boa campanha na Taça de Ouro. A entidade cadastrará ainda todas as diretorias das Torcidas para facilitar o movimento de apoio a equipe.
Para poder exercer melhor seu mandado, de um ano, Ely Mendes deixou a chefia da Torcida Força Jovem. Ele escolheu como 1º Vice Presidente: Dulce Rosalina com quem se reuniu ontem para tomar outras medidas visando o funcionamento da entidade.
Uma delas será marcar quatro grandes festas durante o ano, como a dos dias da mãe e do pai, a dos melhores jogadores e repórter que cobre as atividades do clube, no final do ano, e aumentar o número de sócios.
- Vamos dar uma nova dimensão a Associação para dar uma substancial ajuda ao clube e começaremos com total apoio ao time no jogo contra o Corinthians, em São Paulo.
Fonte: Jornal dos Sports 13 de Março de 1983

ASTOVA Jornal dos Sports 1983

Dulce Rosalina e Ely Mendes 1980


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

VASCO 2018: LIVRO "100 ANOS DA TORCIDA VASCAÍNA", 2018 UUUUUUUUU


                                                       “Aqui lutamos por negros e operários”
                                                            Adesivo da Esquerda Vascaína

2018                   “UUUUUUUUU”
            
As incertezas sobre quem seria o novo presidente do clube com a divisão da chapa vencedora[1] já demonstravam aos vascaínos que o ano de 2018 prometia muitas esperanças (com a volta do clube ao disputar a Taça Libertadores e a vitória de um candidato de oposição) e também muitas incertezas. Teria o novo presidente capacidade de unir o clube? Nosso time estaria em condições de voltar a dar alegrias a massa vascaína? Os resultados ao longo do ano com as frequentes divisões na política interna do clube e as seguidas derrotas e eliminações precoces nas principais competições, terminaram por frustrar a todos os cruzmaltinos.
O time começa empolgando na Libertadores com uma convincente vitória de 4 a 0 no Universidad de Concepcion, no Chile. No mesmo período o Vasco disputa o campeonato carioca e consegue chegar a final como favorito diante do Botafogo. Diante de quase 60 mil pessoas (o maior público do clube no ano) o time consegue manter o empate (placar que lhe dava o título) até o final. Quando a torcida já ensaiava os gritos de “é campeão!!!” veio o gol do Botafogo. Nos pênaltis, o adversário consegue nos superar por 4 a 3.
Perdido o estadual, começávamos a atravessar o pior momento do ano com a eliminação na Libertadores após a derrota para o Cruzeiro em pleno estádio de São Januário com um placar adverso avassalador: 4 a 0. Na mesma época o clube vendeu a nossa maior promessa, o atacante revelado nas bases Paulinho, por 20 milhões de euros (a maior venda de um atleta na história do clube).
Não faltavam elementos para uma crise profunda se instalar no clube. Sem sua maior promessa, eliminado precocemente na Libertadores, com derrotas inexplicáveis e acirrada briga interna entre sócios, torcedores e conselheiros, sobrou para o técnico Zé Ricardo que pede demissão.
A maior polêmica do ano para os torcedores do Vasco não foi contra os torcedores rivais ou seus dirigentes. Começou através de uma foto em que sete jogadores[2] postaram em suas redes sociais criticando a atitude da vaia dos torcedores (“Hhhhhuuuuu” era a legenda em que os jogadores posam na foto). O que os atletas não esperavam foi a imensa repercussão dos vascaínos que se mobilizaram pela internet e passaram a reagir com muita veemência. Durante a semana e ao longo de todo o ano os jogadores não tiveram vida fácil e foram hostilizados pelos estádios e no mundo virtual
Pouco antes da Copa do Mundo na Rússia um grupo de torcedoras cria um coletivo em defesa da presença feminina nos estádios. O grupo “Vascaínas contra o Assédio” foi a grande novidade nas arquibancadas carioca deste ano promovendo inúmeras campanhas ao longo do ano ao defender uma série de ações afirmativas combatendo o ambiente de machismo nos estádios.
            A repercussão mundial de um vídeo de brasileiros assediando uma russa as vésperas da Copa demonstrava como aquele comportamento estava enraizada na cultura torcedora brasileira. O repúdio nas redes sociais serviu de estímulo para várias iniciativas de combate a este tipo de comportamento. A ação inicial das vascaínas, só serviu para confirmar o pioneirismo de nosso clube.
            Uma pausa para os vascaínos se concentrarem em acompanhar a Copa e a estrela do ex-jogador vascaíno Philippe Coutinho começa o ofuscar o grande nome da seleção, o atacante Neymar. O vascaíno é o principal destaque da seleção na primeira fase da competição. Mas este não vai ser um ano para os cruzmaltinos comemorarem nada.  O Brasil é eliminado pela Bélgica. Restava a Copa do Brasil, a Sul Americana e o Campeonato Brasileiro.
Pela Copa do Brasil, a vitória de 2 a 0 diante do Bahia não possibilitou passarmos de fase. No torneio internacional, novamente o time até consegue vencer o LDU (Equador) com vitória de 1 a 0 em São Januário (quase 20 mil pagantes) mas o resultado não foi suficiente para a classificação. Restaram os aplausos ao time e as vaias para o técnico Jorginho, que foi chamado de “burro” pelos torcedores.
             Na véspera de comemorar os 120 anos de fundação, o Vasco recebe o Ceará em casa. Diante de um adversário na penúltima colocação, milhares de vascaínos lotam[3] São Januário e pressionam o time ao ataque entoando: “não é mole não, ganhar no Caldeirão é obrigação”, mas saem frustrados com um empate. O time continuava muito próximo da zona de rebaixamento.
Em setembro o time do Vasco volta a jogar no Maracanã para enfrentar o Santos. Cerca de 34 mil pessoas (maior público no Rio fora os clássicos) se revoltam com a derrota por 3 a 0[4] e gritam “time sem vergonha”. O resultado é uma ducha de água fria nas pretensões do clube se afastar da zona de rebaixamento.
A reta final do Brasileirão combinou com a tensão na acirrada disputa presidencial do Brasil que fez os ânimos se exaltarem em todo o país. Nas arquibancadas cariocas e nas ruas da cidade, a novidade veio da união de movimentos de torcedores de esquerda que se unem para defenderem suas bandeiras nos estádios e nas passeatas. Em São Januário, o movimento “Esquerda Vascaína”[5] aproveita o momento de adesão irrestrita dos torcedores nos jogos contra (Atlético-PR, público de 20 mil, São Paulo 15 mil e Palmeiras, recorde de público em nossa casa  em 2018 com 21 mil pessoas) e faz uma campanha com milhares de adesivos no peito lembrando o passado glorioso do clube ao lutar contra o racismo e destacar sua origem social. Na semana de comemoração do Dia da Consciência Negra, os vascaínos recebem o adesivo com a frase: “aqui lutamos por negros e operários”.
Apesar de a torcida abraçar o time em casa o fantasma do rebaixamento se prolongou até o último jogo. “UFA” esta foi a expressão de alívio que os vascaínos de todo o Brasil manifestaram quando o juiz apitou o final da partida diante do Ceará. O empate em 0 a 0 amenizou a humilhação diante da iminência de um novo rebaixamento e dos terríveis cálculos matemáticos que fazíamos para derrotas dos outros candidatos a caírem de divisão. O ano terminou de forma melancólica para uma torcida que em momento algum abandonou o time nas últimas rodadas. Diante de tantos sofrimentos e desilusões, foi o que salvou o nosso orgulho ao demonstrar tamanha dedicação ao clube em momento tão delicado. Poucos clubes podem ter isto em sua História. Mas em honra aos times do passado o nosso destino glorioso de vitórias deve ser logo retomado.
Fonte: Livro “100 anos da Torcida Vascaína”, escrito pelo historiador Jorge Medeiros.


[1] A primeira surpresa do ano para os vascaínos veio em janeiro através da eleição de Alexandre Campello ( recebeu 154 de 242 votos de conselheiros). Esta  foi a primeira vez na história do clube que o vencedor da eleição realizada pelos sócios ( Julio Brant) não venceu no Conselho Deliberativo.
[2] Fabrício, Gabriel Felix, Erazo, Evander, Paulão, Wellington e Rafael Galhardo.
[3]  Cerca de 15 mil pessoas numa segunda-feira a noite.
[4] Esta foi a primeira derrota do Vasco para o Santos no Maracanã depois do jogo em que Pelé marcou o milésimo gol em 1969.
[5] Criado em 2017, o movimento de torcedores “Esquerda Vascaína” começou a se destacar em 2018 ao fazer  diversos  atos e protestos políticos no estádio.


Vasco faixas de Campeão