segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

VASCAXIAS 1975: FUNDAÇÃO

Vários Clubes cariocas já tem Torcida Organizada em Duque de Caxias. 
Agora, um grupo de jovens tendo a frente Fanor Marques de Almeida e José Roberto Garcia, organizaram a Vascaxias, congregando torcedores do C. R. Vasco da Gama.
Provisoriamente os Vascaínos estão se reunindo na Praça Roberto Silveira 15, 1º Andar. 
O objetivo do grupo, segundo seus líderes, é levar aos Estádios o nome de Duque de Caxias e incentivar o Clube que tem na cidade grande número de torcedores entusiastas.
Todos os Vascaínos que desejam se incorporar a Vascaxias, podem procurar Fanor ou José Roberto na Papelaria Itatiaia.
Fonte: Jornal O Fluminense 31 de Outubro de 1975

Vascaxias Jornal O Fluminense 1975



domingo, 4 de janeiro de 2015

ASTOVA 1977: 1º CONCURSO RAINHA DAS TORCIDAS DO VASCO

A Senhorita Regina Sinkevisius vai representar a Vascaxias, no 1º Concurso para eleição da Rainha das Torcidas Organizadas do Vasco da Gama no próximo dia 09 de Dezembro, às 22 horas na Casa do Espinho, Av. Brás de Pina 1988, Vista Alegre Rio de Janeiro.
Domingo último, em São Januário, realizou-se o coquetel quando a simpática Iara Vargas e suas colegas da Torcida Organizada Feminina Camisa 12 apresentaram as belas candidatas a imprensa.
Fonte: Jornal O Fluminense 02 de Dezembro de 1977

AS CANDIDATAS
Concorrerão as candidatas Maria do Socorro Cavalcante (Adeptos de Petrópolis), Kátia Maria Silva (Vascolina Camisa 13), Sônia Borges Peixoto (Força Jovem), Fátima (Vaspedro II), Simone Belmont (Vasbicão), Carmem Oliveira (Vascentro), Vera Lúcia Vargas (Vasmorena), Sueli Maria de Oliveira (Vasco Real), Carmem Pontabales (Suse-Vasco), Maria Ângela Oliveira (Renovascão), Márcia (Belvas Roxo), Rosângela Maria da Costa (Vasquita), Ana (Vassucesso), Márcia Cavalcante (Feminina Camisa 12), Valéria Luiza Braga (Vasnilópolis), Susan Coelho (Vasguel), Carmem Oliveira (Vascentro) e a candidata da Vasco Raça.

OBJETIVO
O Objetivo é reviver a festa depois de 4 anos. Da primeira vez, até a Televisão deu o seu apoio. Afinal era a escolha da Rainha das Torcidas do Clube de Regatas Vasco da Gama. E foi justamente a eleita daquele ano que hoje promove o Concurso.
Iara Barros venceu o Concurso (1973) e foi a Rainha das Torcidas. Hoje, como Presidente da Torcida Feminina Camisa 12.
Como Rainha, Iara promove e leva adiante a ideia de escolher a sua sucessora no trono.
Fonte: Jornal do Sports 02 de Dezembro de 1977

CLASSIFICAÇÃO
1º Lugar: Carmem Oliveira da Vascentro.
2º Lugar: Ana da Vassucesso
3º Lugar: Fátima da Vaspedro II
4º Lugar: Márcia da Belvasco
5º Lugar: Maria Ângela Oliveira da Renovascão
Miss Simpatia: Simone Belmont da Vasbicão

DEPOIMENTO TIA AIDA
“Esse concurso começou no final dos anos 1970 (1977) e se chamava Rainha das Torcidas do Vasco. A iniciativa de organizá-lo foi da Iara Barros e o realizamos por 19 anos. Em algumas edições, conseguimos colocar mais de três mil pessoas no Bola Preta. Fizemos muitos em São Januário também. As moças que concorriam eram belíssimas! Elas desfilavam com camisa da Torcida e shorts e depois com vestido de gala. Eu conheço quase todos os restaurantes famosos do Rio de Janeiro em virtude desse concurso. Quando entrávamos em contato com eles e dizíamos que levaríamos as candidatas, todos abriam as suas portas. Íamos com as garotas e suas mães e todo mundo comia e bebia à vontade.” Disse Tia Aida de Almeida em entrevista a Bernardo Buarque de Holanda em 2005.

1º Concurso Rainha Torcida do Vasco Jornal O Fluminense 1977

1º Concurso Rainha Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1977

1º Concurso Rainha Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1977

1º Concurso Rainha Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1977

1º Concurso Rainha Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1977

1º Concurso Rainha Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1977

1º Concurso Rainha Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1977

1º Concurso Rainha das Torcidas do Vasco 1977


sábado, 27 de dezembro de 2014

VASCO 1949: VASCO 1 X 0 ARSENAL DE LONDRES SÃO JANUÁRIO

São Januário, 25 de Maio de 1949.
Renda: CR$ 1.146.500,00
Público: 45.000 pagantes (aproximadamente)
Árbitro: Cyril John Barrick
Auxiliares: Mário Vianna e Alberto da Gama Malcher
Gol: Nestor aos 33 minutos do 2º tempo.
VASCO: Barbosa, Augusto, Sampaio; Ely, Danilo, Jorge; Nestor, Maneca, Ademir, Ipojucan (Heleno 14\"/2ºT) e Tuta (Mário 14\"/2ºT). Técnico: Flavio Costa.
ARSENAL: Swindin, Barnes, Smith; Macaulay, Daniel (Fields 30\"/1ºT), Forbes; McPherson, Logie, Rooke, Lishman e Vallance. Técnico: Tom Whittaker.
Fonte: Netvasco

Vasco Revista da Semana 1949

Vasco Revista da Semana 1949

Vasco Revista da Semana 1949


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

TORCIDA DO VASCO 1936: COM O VASCO, ONDE ESTIVER O VASCO

Torcida do Vasco tem um lema. 
Com o Vasco, onde estiver o Vasco.
Affonso Silva (Polar) avisa a todos os cruzmaltinos que, seguindo o lema tradicional do Club. Com o Vasco, onde estiver o Vasco!, estará hoje, no Campo da Rua Figueira de Mello (São Cristóvão), afim de receber os votos para o candidatos ao plebiscito de Jornal dos Sports.
Fonte: Jornal dos Sports 30 de Agosto de 1936


Vasco Jornal dos Sports 1936

Vasco Polar Jornal dos Sports 1935

Vasco Jornal dos Sports 1945

sábado, 1 de novembro de 2014

GUERREIROS DO ALMIRANTE 2014: NUNCA VÃO ENTENDER ESSE AMOR

Parte dos cerca de oito mil torcedores presentes na Colina fazem parte da Torcida Guerreiros do Almirante, que fica em frente ao camarote destinado aos jornalistas. 
Durante os 90 minutos, eles cantaram e apoiaram o Gigante da Colina.
No fim, antes de deixar ao Estádio, estes mesmos torcedores cantaram “nunca vão entender esse amor”.
Realmente.. Só sendo louco, como eles mesmos se chamam, para entender essa paixão.

Guerreiros do Almirante 2014

Guerreiros do Almirante 2014

Guerreiros do Almirante 2014

terça-feira, 21 de outubro de 2014

FORÇA JOVEM 2001: VASCO X FLAMENGO BONDE DA FJV

Um grande bonde da FJV que veio de São Januário para incentivar o Vasco contra o Flamengo.

Força Jovem 2001

Força Jovem 2001

Força Jovem 2001

domingo, 19 de outubro de 2014

FORÇA JOVEM 2000: UH É CHOCOLATE VASCO 5 X 1 FLAMENGO

Final da Taça Guanabara de 2000, O Vasco aplica uma goleada histórica, Eurico prometeu distribuir muitos ovos de chocolate já que o jogo era num Domingo de Páscoa, sabendo que o Vasco ia dar um Chocolate no Flamengo. Gols: Romário (3), Felipe, Pedrinho.

Força Jovem Vasco 5 x 1 Flamengo 2000

Força Jovem Vasco 5 x 1 Flamengo 2000

Força Jovem Vasco 5 x 1 Flamengo 2000

Força Jovem Vasco 5 x 1 Flamengo 2000
Força Jovem Vasco 5 x 1 Flamengo 2000


domingo, 17 de agosto de 2014

GUERREIROS DO ALMIRANTE 2014: MOVIMENTO QUE REVOLUCIONOU O JEITO DE TORCER NAS ARQUIBANCADAS CARIOCAS

Salve,
Com muita alegria escrevo a todos os Guerreiros, simpatizantes e amigos da Cruz de Malta sobre o movimento que revolucionou o jeito de torcer nas arquibancadas cariocas. Nada melhor do que lembrar, comemorando junto com os amigos na Saída 3 em São Januário. A Saída pode até mudar, mas continuaremos sendo sempre os Guerreiros da Saída 3. Como não poderia deixar de fazer, parabenizo o Movimento Guerreiros do Almirante (GDA) pelo seu oitavo ano de existência em especial a todos aqueles que de alguma forma ajudaram a GDA a ser o pulmão de São Januário.
E por que a GDA foi e continua sendo importante para o Vasco?
Sou suspeito pra falar, apaixonado pelo Vasco, torcedor de arquibancada, vi a GDA nascer, crescer e tomar corpo. Tive a honra de participar de momentos únicos da Torcida, apesar de apenas no terceiro ou quarto jogo entrar para a GDA. Talvez essa é uma das poucas coisas que me deixa ‘triste’, se é que podemos ficar triste, a outra é o fato de um dia já ter falado mal da GDA na comunidade do Vasco no Orkut.
Pra piorar discuti asperamente com um dos seus fundadores Yuri Kebian, mas fui salvo, tomei um antídoto da loucura, pedi perdão aos meus pecados e me tornei mais um ‘Psico’. 
Para entender isso, volto ainda mais o tempo.
Antes da GDA existir passávamos em um momento muito triste, parte da torcida do Vasco brigava entre si.
A maior Torcida do Vasco estava dividida, surgia a Ira Jovem, quase que no mesmo tempo, a Força Jovem estava separada por cordas em São Januário e pra piorar, o Vasco acabara de perder para o seu maior rival. Puta Merda! Frase que ficou muito conhecida na GDA depois de um vídeo no Youtube (Vasco x Juventude 2006). Como acreditar na criação de mais uma Torcida? Pois bem, de desacreditado, me tornei um membro e mais tarde uma das lideranças, de uma Torcida que tem características únicas.
A organização então não se fala, chegávamos 4 horas antes de começar o jogo, picotávamos papel picado até o dedo da mão criar bolha, quando não pegavam os papéis das ‘lotéricas’, criávamos músicas na hora, ensaiávamos e gritávamos muito, tudo isso dentro do bar rodeado de muita cerveja, alguns davam ‘PT’, outros fumavam charutos. Dizem que os charutos eram pegos da macumba, mas deixa isso para lá rs. 
Terminava o jogo e ficávamos no bar, alguns esticavam para a Lapa, outros já estavam no Orkut, para tratar da festa do próximo jogo.
Eram três a quatro dias de muita dor muscular e rouquidão quando não íamos para a Praia de Copacabana e jogávamos ainda o nosso futebol e voltávamos gritando para todo mundo ouvir que éramos Vasco da Gama.
A Torcida crescera como uma família, de colegas viramos irmãos e assim a GDA se encorpou.
Fizemos festas de todos os tipos, usamos sinalizadores, candelas, piscas, voltávamos cheios de queimaduras e blusas furadas, tacávamos bobinas e pegávamos escondidos nos supermercados, quando não com o dinheiro do caixinha da GDA e doações abertas na internet comprávamos.
Assim fizemos dois bandeirões, bandeiras, trapos, bandeirinhas, barras e tínhamos uma banda com um número de instrumento que impressionava. Caravanas para diversos lugares, foguetórios nos hotéis, enfim a GDA foi e continua sendo modelo para diversas barras do Brasil. 
Hoje vejo a GDA bem renovada, confesso que toda vez eu vou aos jogos, tomo um susto por não reconhecer a grande maioria, mas feliz em ver que o espírito de loucura contagia até hoje os novos membros. Como falava antigamente “A LOUCURA ESTÁ APENAS COMEÇANDO”. 
Avante Guerreiros, a nossa voz é a nossa arma. Que os nossos adversários Tremam, que a nossa bandeira seja carregada para todos os lados. Sejamos o modelo e a inspiração, o jogador mais importante do Vasco. 
Saudações Vascaínas
Att: Thiago Fernando “Fuzil”

Guerreiros do Almirante 8 anos 2014

Guerreiros do Almirante 8 anos 2014

quinta-feira, 17 de julho de 2014

VASCO 1923: COMEÇA A RIVALIDADE ENTRE VASCO E FLAMENGO

O Vasco começou o Campeonato de 1923, ganhando de todos os rivais, isso estava incomodando os Clubes da elite, como um time que vinha de uma divisão inferior,  com jogadores negros, mulatos, analfabetos ganhava jogo após jogo.

FLAMENGO 1 X 3 VASCO
No primeiro jogo entre Flamengo x Vasco, vitória do Vasco por 3 x 1 no Campo do Flamengo na Rua Paysandu, no dia 29 de abril, a Torcida do Vasco fez um verdadeiro carnaval pelas ruas do Rio.
“ Os admiradores do Vasco da Gama, em número considerável, como toda gente sabe, fizeram uma alegre passeata de automóvel pela cidade e arrebaldes festejando a vitória que o primeiro team obteve contra o Flamengo. Até tarde da madrugada ouvia-se, de vez em quanto, o enthusiasmo e a alegria dos torcedores do Club vencedor. Na Sede do Vasco, em Santa Luzia, houve um animado reco-reco, sendo feita aos jogadores uma carinhosa manifestação. (Correio da Manhã 30 de Abril de 1923)”
A partir deste momento, os cariocas precisavam se acostumar com isso. Cada vitória do Vasco viria acompanhada de muita festa e diversão até altas horas da madrugada. Era o grito de uma Torcida mesclada de membros da colônia portuguesa e simpatizantes oriundos das camadas mais baixas da população brasileira, negros ou brancos, impressionados com as oportunidades que os homens portugueses abriam aos seus pares.
Ganhar do Vasco virou uma questão de honra.
“O Maior jogo da Cidade, o enorme interesse que despertou o importantíssimo encontro Flamengo x Vasco da Gama atingiu um ponto nunca alcançado no Brasil inteiro, desde que foi introduzido o football association. (Gazeta de Notícias 10 de Julho de 1923)
Não havia Estádio no Rio que abrigasse tantos Vascaínos.
Vasco e Flamengo eram os únicos em condições de ganhar o título daquele ano.
Tornou-se uma questão nacional derrotar o Vasco. O jacobismo no futebol, lançando o brasileiro contra o português, como escreveu Mário Filho.

VASCO 2 x 3 FLAMENGO
 O jogo do returno entre Vasco x Flamengo aconteceu no Estádio das Laranjeiras lotado com 25.000 pessoas com vitória do Flamengo por 3 x 2.
O jogo entre Vasco e Flamengo se deu com os torcedores do Flamengo com seus remos a postos para bater: “Os remadores segurando as pás de remo, ainda se contendo, a ordem era só meter pá de remo na cabeça de português depois que o jogo começasse.
“E era o da mistura que estava na frente do Campeonato, sem uma derrota. Tinha que perder, pelo menos uma vez de qualquer maneira. O Flamengo não se prepara durante a semana para outra coisa. Treinando todo dia, dormindo cedo, pondo a garage em pé de guerra.
Também quando o jogo começa o Flamengo tomou conta do campo, da arquibancada, da geral, de tudo. Flamengo um a zero, pás de remo embrulhadas em Jornal do Brasil batendo nas cabeças dos vascaínos, Flamengo dois a zero e novamente as pás de remo subindo e descendo. Quem era Vasco não tinha direito de abrir a boca....
O Flamengo deixara de ser um Clube, um time, era todos os Clubes, todos os times, o futebol brasileiro branquinho, de boa família. Tudo estava naqueles dois a zero, os pretos não tinham nem dado para a saída...
Foi começar o segundo tempo, gol do Vasco. E os vascaínos sem poder gritar gol. Um gritozinho, uma pá de remo na cabeça, Só se gritava Flamengo, o Flamengo acabou marcando mais um gol....”
O jogo cegou a ficar três a dois para o Flamengo e um gol suspeito não foi validado para o Vasco:
“Ai os vascaínos da geral, da arquibancada, não quiseram saber de mais nada, de pá de remo na cabeça, fosse o que fosse. Sururus explodiam, aqui e ali, como pipocas. Soldados corriam de sabre desembainhando, de um lado para o outro, a cavalaria invadiu o campo. Não adiantava brigar, o Flamengo tinha de vencer custasse o que custasse.
Depois do jogo dava pena olhar para o campo do Fluminense. O povo tinha quebrado as grades de ferro, a cavalaria tinha esburacado o gramado todo...”
O Vasco também fez sua represaria: “ A Sede do Flamengo apareceu pichada, de cima para baixo. Coisa de torcedores exaltados. Qual era o Clube que não tinha torcedores exaltados” (Mário Rodrigues Filho no livro O Negro no Futebol Brasileiro de 1964)
O futebol, um “turbilhão das emoções violentas”, unia a elite do Rio de Janeiro contra o time dos portugueses, o time do povo do Rio de Janeiro. A derrota do Vasco por 3 x 2 foi a vitória da elite, dos incluídos, cujos Clubes comemoraram a vitória, muito mais do que fosse um campeonato. Era necessário derrubar o time dos “pretos”, expressão de Mário Filho, colocá-los no seu devido lugar e mostrar que futebol para gente importante. Numa das partes do livro, ele dá uma ideia do que houve depois do jogo.
“Foi um carnaval. Mais de cem automóveis desfilaram pela cidade seguindo o itinerário da Praia do Flamengo, Glória, Largo da Lapa, para jogar bombas na Capela, Av. Mem de Sá, Rua Evaristo da Veiga, Av. Rio Branco, Rua Larga, Praça da República, Rua Visconde de Itaúna e Praça Onze, assim como para jogar bombas na Cervejaria Vitória, onde os Vascaínos gostavam de festejar seus triunfos.
A Cervejaria Vitória na Praça Onze, teve de fechar as pressas. As cabeças de negro, mosteiros, batiam nas portas de aço ricocheteando (....) O Cortejo continuou, durante toda a noite, o Flamengo festejou a vitória. E quando se ia desfazer o cortejo, alta madrugada, pendurou-se o tamanco de dois metros e meio na porta da Sede do Vasco, em Santa Luzia. Achou-se pouco. Comprou-se uma enorme coroa funerária no Mercado das Flores. A coroa ficou ao lado do tamanco, E, como se isso não bastasse, enfeitou-se a estátua de Pedro Álvares Cabral de tamancos e resteas de cebola.”
Fonte de pesquisa: 
Livro: O Negro no Futebol Brasileiro de Mário Rodrigues Filho de 1947 e depois com mais dois novos capítulos em 1964.
Tese: Revolução Vascaína: A profissionalização do futebol e a inserção sócio-econômica de negro e portugueses da cidade do Rio de Janeiro, de João Manoel Casquinha Malaia Santos. 
Tese: Torcida de Futebol, Adesão, Alienação e Violência de Roberto Momeiro Hryniewicz.

Vasco 3 x 1 Flamengo Revista Fon Fon 1923

Vasco Jornal O Paiz 1923

Vasco Jornal O Paiz 1923

Vasco Jornal O Paiz 1923

Vasco 2 x 3 Flamengo Revista Fon Fon 1923

Vasco Jornal O Globo 1970

Vasco Jornal O Globo 1996



segunda-feira, 14 de julho de 2014

GUERREIROS DO ALMIRANTE, FORÇA JOVEM E IRA JOVEM 2014: TORCIDAS DO VASCO RECEBEM A LA DOCE EM SÃO JANUÁRIO

As Torcidas Organizadas do Vasco da Gama, Guerreiros do Almirante, Força Jovem e Ira Jovem, receberam em São Januário a principal Torcida Organizada (Barra) do Boca Junior, a La Doce (LA 12), no domingo, antes da grande final no Maracanã entre Alemanha x Argentina. Isso já tinha acontecido com a Torcida Los de Abajo, da Universidad de Chile, famosa La U.
Isso serviu de vez para acabar com os boatos sem cabimento, que Torcidas Organizadas do Rio iriam se unir para enfrentar os argentinos pelas ruas do Rio de Janeiro.
Tanto a Força Jovem (FJV), como a Torcida Jovem do Flamengo (TJF), emitiram Notas Oficiais desmentindo esse absurdo que a imprensa andou divulgando.
Torcida Organizada é feita para torcer pelo seu Clube e não para ir pra rua cometer violência, a imprensa do Rio deveria acompanhar mais o dia a dia das Torcidas Organizadas, eles não divulgam nada de bom que as Torcidas fazem, várias Ações Sociais acontecem e não sai nenhuma nota, mais se tiver uma briga.
“Venho em meu nome, em nome de Omar (Argentino) e de toda La Doce (LA 12), agradecer aos amigos da Guerreiros do Almirante (GDA), Ira Jovem do Vasco (IJV) e Alexandre Cebola (ex Presidente da FJV) pela recepção que nos deu hoje em São Januário. Obrigado de coração mesmo, pela ajuda!!”, falou Kurt Alves.
“Quando eu cheguei o kurt ainda não havia chegado, mas foi assim, o Omar me liga em cima da hora e fala que os gringos estavam chegando e estavam bem perto da Cidade, tipo na serra quase chegando, aí tive que me arrumar rapidamente e sair, fui na Penha, peguei o Omar e fomos até o ônibus dos Barras do Boca, a LA 12, e levamos os argentinos pra São Januário e lá eles ficaram até a hora do jogo, não é muito mas dei a minha contribuição, contou Alexandre Cebola.

Torcida La Doce (La 12) em São Januário 2014
Torcida La Doce (La 12) em São Januário 2014