terça-feira, 31 de março de 2015

FORÇA JOVEM 1974: ENTRADA DE ANTÔNIO VICENTE PORPHIRIO

"De 1969 até 1975 no comando das carrapetas: Ely Mendes, Haroldo Affonso, Cenoura, Valfrido (no surdo), Gabriel, Jorge Eduardo (Pulga), Jorge Mello, Marlene, Fernando Casaca, José Augustino Saldanha (um dos 3 primeiros fundadores no Méier), Maria Helena, Glória, Sueli Araujo, Carlos Caratê, Capoeira, Marquinhos Vitorino, e por aí vai.....
Essa fase se encerra com outros personagens que a memória me trai, a partir da final de 1974 entre Vasco e Flamengo, 0 x 0 devido a explosão de balões de gás no placar atrás do gol embaixo da Força.
Quase toda Diretoria saiu, ficando apenas Ely Mendes, Haroldo Affonso e Sueli Araujo, aí, começa a aventura do locutor que vos fala que frequentava desde 1972, mas estreou no furdunço no primeiro jogo da final do Brasileiro de 1974 em Belo Horizonte contra o Cruzeiro, poltrona 01 do ônibus 02 da Força, ou seja, faltava apenas uma poltrona atrás para entrar no fervo. Rsrsrsrsrsrsrsrsrs" . Disse Antônio Vicente, o Antônio Fafa.
Fonte: Facebook 2015

Força Jovem Antônio Vicente 1977

segunda-feira, 30 de março de 2015

TORCIDA DO VASCO 1928: DESCANCEM OS BOATEIROS

Os boateiros, essa gente desocupada que vive a idealizar impossíveis e a sonhar com absurdos, se incumbiram de espalhar pela nossa cidade, que grandes acontecimentos, e das mais graves consequências, aparecerão, hoje, a tarde, no Field da Rua Paysandu, onde o Flamengo lutará com o Vasco da Gama.
Estejam descansados os boateiros, porquanto nada de anormal ocorrerá no campo do valioso rubro negro.
As ordens ali são severíssimas, e qualquer valentão que surja com ares de atleta ou boxeur será, imediatamente posto para a rua, se for assistente e retirado de campo, se for jogador.
A comissão de associados do clube, encarregada pela diretoria flamenga, para proceder ao policiamento do campo, tem ordens de agir com o máximo rigor para com os desordeiros que andam ultimamente pelos nossos fields. Estes serão retirados dali e removidos imediatamente para a Delegacia mais próxima.
Os jogadores que tentem por em prática jogo violento estão em maus lenções, pois, logo serão retirados de campo pelos árbitros e serão incluídos nas sumulas, como elementos prejudiciais ao esporte. Aqueles valentões que gostam de mostrar as suas qualidades de fascinoras e desordeiros e que tem o costume de inutilizar os seus adversários com ponta pés e trancos, que se acautelem.
Aliás nós já esperávamos que surgissem estes boatos, que foram espalhados por torcedores do Clube da cruz de malta.
Entretanto, se algum adepto do Vasco ou do club local tinha intenções de se exibir, como boxeur, ou melhor, como desordeiro, que deixe em casa ou esqueça essa vontade, pois o arrependimento, quando vier, será tardio e doloroso.
Quanto as desordens, que os adeptos do Vasco anunciaram, fartamente, de que o campo do Flamengo ia ser teatro, podemos asseverar aos nossos leitores que ela não se realizarão, por dois motivos: o primeiro, porque, como já dissemos, as ordens são severíssimas e o segundo, porque conhecemos os jogadores do clube local, e sabemos de que espécie de gente se compõe o seu corpo de associados, que tem a educação suficiente para não se imiscuir com a Torcida anonyma e apaixonada, como é a do Vasco da Gama.
Descansem os boateiros! ....
Fonte: Jornal Diário Carioca 30 de Setembro de 1928

Vasco Diário Carioca 1928

domingo, 29 de março de 2015

GUERREIROS DO ALMIRANTE, IRA JOVEM E FORÇA JOVEM 2008: PROVA DE AMOR INDEGESTA

Torcidas de Vasco e Fluminense não engolem admiração de Romário para com os flamenguistas.
Conhecido tanto pela genialidade em campo, quanto pela língua afiada, Romário deu mais uma declaração polêmica na última quarta feira. O agora ex jogador, que anunciou sua aposentadoria recentemente, afirmou que a torcida do Flamengo “é de outro planeta” e que ela é a sua preferida.
“Quando ouvi isso não acreditei. Só quando li a reportagem. Acho que essa coisa que ele falou de torcida de outro planeta tem dois motivos. Um é que ele quis provocar o Vasco por ter saído de forma conturbada, e outro é o fato dele nunca ter sido xingado pelo lado de lá (torcedores do Flamengo), o que aconteceu com as demais Torcidas”, disse Yuri Kebian, um dos setes integrantes que fundaram a Torcida Organizada do Vasco, Guerreiros do Almirante.
“A Torcida do Vasco nunca gostou dele, O cara falava que era Vascaíno e agora quer atacar a gente falando que é flamenguista, isso não existe. A gente tinha que tirar aquela estátua de São Januário. Quem tinha que ter estátua era Roberto Dinamite que mostrou muito mais do que o Romário como jogador do Vasco. Para mim isso foi um ato sujo”, afirmou o Presidente da Ira Jovem Rodrigo Granja, o Batata.
Já a Força Jovem, principal Torcida Organizada do Vasco, preferiu emitir uma nota oficial.
Ao Jornal O Fluminense.

NOTA OFICIAL DA FORÇA JOVEM
O Romário sempre viveu uma relação de amor e ódio com a Torcida do Vasco. Em se tratando do Grêmio Recreativo Torcida Organizada Força Jovem do Vasco, maior Torcida do Clube, a relação nunca foi muito boa, pois fomos nós que cobramos ele seriamente, quando ele desrespeitou a nossa Torcida por não comemorar gols contra o rival. Nós praticamente expulsamos ele de nosso Clube, após constantes brigas ao longo de 2002. Pelos títulos que conquistou com a camisa, acreditamos que pelo status que ele tinha, ele não fez mais do que sua obrigação. Quanto a questão de ídolo e pessoa, ele nunca foi unanimidade na nossa Torcida, ou seja, depois de 1995 nós nunca fomos simpáticos a ele:
Diretoria
G.R.T.O. Força Jovem do Vasco
Fonte: Jornal O Fluminense 19 de Abril de 2008

Força Jovem, Ira Jovem e Guerreiros do Almirante Jornal O Fluminense 2008

Força Jovem Jornal O Fluminense 2008

sábado, 28 de março de 2015

FORÇA JOVEM 1993: CAMPANHA CONTRA A FOME

As Torcidas do Vasco esquecerão por instantes as confusões para entrar domingo na Campanha Contra a Fome, do Sociólogo Betinho.
A Força Jovem estará recolhendo doações de um quilo de alimentos nas duas rampas de acesso a arquibancada, antes do jogo Vasco x Fluminense. 
Os jogadores Vascaínos também farão doações.
Fonte: Jornal do Brasil 15 de Outubro de 1993

Força Jovem Jornal O Globo 1993

Força Jovem Jornal do Brasil 1993

Força Jovem Maracanã 1993

Força Jovem Maracanã 1993

sexta-feira, 27 de março de 2015

FORÇA JOVEM 1991 : RECADO DA 4ª FAMÍLIA MADUREIRA

Coluna Bate Bola, Jornal dos Sports

ABEL SILVA (TUBARÃO)  – VILAR DOS TELES
Nós da Força Jovem, de Vilar dos Teles e Pavuna, estamos formando um grande núcleo na Baixada Fluminense. Vascaínos da Baixada que queiram se juntar a nós e fazer parte deste grande núcleo, mandem carta com endereço completo para a Rua Maracanã 255 Vilar dos Teles, Rio de Janeiro.
Força Jovem em posição, pra dispersar a multidão, Força jovem em movimento pra dispersar o bem nojento. Acima de tudo, abaixo de nada, Força Jovem Vasco! Eu sou da Força Jovem eu sou, o bicho vai pegar e ninguém vai me segurar.... É com este e muito outros cantos de guerra que a Torcida Organizada Força Jovem se prepara para dar aquela força ao Vasco da Gama, sempre que for preciso, em qualquer Estádio do Brasil e do mundo. Vamos mostrar sempre a todos por que a Força Jovem é uma das maiores Torcidas do Brasil.

MARCOS E BATATA – IRAJÁ
Venho, por intermédio desta coluna, convidar a todos os integrantes da mais temida do Brasil, a Força Jovem, que moram em Irajá, para fazerem parte do nosso núcleo (Família), Quem estiver interessado, entre em contato com Marcos ou Batata.

Força Jovem 4ª Família Jornal dos Sports 1991

Força Jovem 4ª Família Jornal dos Sports 1991

Força Jovem 4ª Família Jornal dos Sports 1991

quarta-feira, 25 de março de 2015

FORÇA INDEPENDENTE 2015: AÇÃO SOCIAL EM SÃO GONÇALO

O G.R.T.O. FORÇA INDEPENDENTE DO VASCO vem através desta parabenizar aos seus integrantes por mais uma Ação Social realizada.
O evento ocorreu Sábado dia 21 de Março, na cidade de São Gonçalo, véspera do jogo contra nosso maior rival provando que o intuito da Torcida é sempre promover a paz dentro e fora dos estádios de futebol. 
Através de seus membros, a ação se deu no Abrigo do Cristo Redentor.
Um pai cuida de dez filhos, mas dez filhos não cuidam de um pai! Quando a idade chega, junto com ela os problemas de convivência na família, como também, a necessidade de cuidado integral e atencioso, para essas pessoas existem poucas esperanças, muitas vezes apenas resta à proteção divina ou a ajuda das pessoas muito especiais com nobres sentimentos de caridade e solidariedade humana. O Abrigo do Cristo Redentor é um dos poucos exemplos desta nobreza.
75 Anos Dignificando e Transformando Vidas 
O Abrigo do Cristo Redentor é uma entidade filantrópica, sem fins lucrativos e de utilidade pública reconhecida pelo governo Federal, Estadual e Municipal. Sua organização foi idealizada há 75 anos por Raphael Levy Miranda, o Apóstolo da Assistência Social no Brasil.
Foram arrecadados e doados pelos integrantes da FORÇA INDEPENDENTE DO VASCO cerca de: 250 Kgs de alimentos perecíveis, mais produtos de higiene pessoal, (escovas de dentes, desodorantes, papeis higiênicos, etc..)
Seguem os dados para eventuais contatos e doações:
Abrigo do Cristo Redentor
Av. Nilo Peçanha, 320 – São Gonçalo - RJ
Tel: (21) 2712-1040 / (21) 2712-0750 (Cíntia)
CEP: 24445-360
Força Independente do Vasco
Um novo conceito em Torcida Organizada.

Força Independente Ação Social em São Gonçalo 2015

terça-feira, 24 de março de 2015

VASCO 2015: TURMA DA FUZARCA DE CABO FRIO

As primeiras Torcidas Organizadas, foram chamadas de Torcidas Oficiais, foram criadas a partir da década de 1940, entre elas a TOV Torcida Organizada do Vasco (1944), a Charanga Rubro Negra (1942), a TOF Torcida Organizada do Fluminense (1946), a TOB Torcida Organizada do Botafogo (1957) e a Torcida Organizada do Bangu (1952).
No final da década de 1960, começaram aparecer as Torcidas Dissidentes e as primeiras Torcidas Jovens, entre elas, a Leões Vascaínos (1968), Força Jovem (1970), Jovem Flu (1967), Young Flu (1970), Torcida Jovem do Flamengo (1967), Torcida Jovem do Botafogo (1969).
Já na década de 1970, surgem as Torcidas de Bairros e Cidades, Vascarepagua, Vascentro, Vaspanema, Vascaraí, Vasconçalo,Vascaé, Vascaço, Vascaxias ....
Com a evolução da tecnologia e a popularização da internet, com a criação do Orkut (tinha até uma Torcida chamada Vascorkut), Facebook, Sites ,Instagran, Flog, Blog, MSN, WhatsApp ....
Começaram a surgir grupos de pessoas com o mesmo objetivo e gosto, no futebol não poderia ser diferente.
Agora tem muitos grupos, que compartilham o mesmo amor, a mesma paixão pelo Vasco, é um novo tipo de Torcida, eles fazem resenha, antes, durante e depois dos jogos.
Em Cabo Frio foi criado um grupo no WhatsApp, chamado de Turma da Fuzarca de Cabo Frio, esse grupo tem membros, em todas as cidades da Região dos Lagos e no Rio de Janeiro.
No começo era só pelo Smartphone, depois passaram a se encontrar e fazer churrasco em dias de jogos do Vasco.
Domingo dia 22 de Março  o grupo se reuniu e partiram para o Maracanã para assistir ao Vasco x Flamengo, foram aproximadamente 40 Vascaínos, num clima de muita animação, o ponto de encontro no Rio foi o Planeta do Chopp próximo da UERJ, muitas aventuras, histórias divertidíssimas e inesquecíveis, não existe nada melhor que esta entre amigos, principalmente quando todos são Vascaínos.
Segundo o administrador do grupo Bernardo Buentes, ele fazia parte de um grupo misto, onde tinha também torcedores do Flamengo, mais houve a necessidade de criar um grupo paralelo só de Vascaínos, um começou a chamar outro, ai o grupo cresceu muito, tudo num clima de muita amizade. Tive o prazer de esta com essa turma no Maracanã.
Quinta feira dia 19 de Março a Turma da Fuzarca de Cabo Frio, vai para Bacaxá para o jogo contra o Boa Vista.
O próximo objetivo vai ser uma Ação Social em Cabo Frio.
Parabéns a todos os Vascaínos espalhados pelo Brasil que se unem pelo amor ao nosso amado Clube.

Vasco Turma da Fuzarca de Cabo Frio 2015

Vasco Turma da Fuzarca de Cabo Frio 2015

Vasco Turma da Fuzarca de Cabo Frio 2015

segunda-feira, 23 de março de 2015

VASCO 1937: CONCURSO DOS CIGARROS MAGNÓLIA

Divulgamos em nossa edição de ontem, a notícia sensacional de que dois velhos Vascaínos, Olympio Pio e João de Lucca, iriam trabalhar pela vitória de Oscarino no atual Concurso dos cigarros Magnólia, que oferece por meio de plebiscito, paralelo ao Concurso de Palpites Magnólia, que distribui dezenas de prêmio semanalmente.

O ESCUDO DO VASCO POR 2000 CARTEIRAS MAGNÓLIA
Olympio Pio fez entrega da valiosa contribuição a Polar, recebendo o escudo Cruzmaltino.
Polar, o popular e querido Diretor de Ciclismo do Vasco, recebeu um lindo e artístico escudo a óleo do Clube da Cruz de Malta, do detento João Lino da Silva, que embora encerrado no ambiente sombrio do cárcere, trabalha pelo renome do brilhante grêmio de São Januário.
João Lino da Silva, pintou a óleo, numa tela, o escudo do Vasco. Medindo o mesmo oitenta centímetros, um trabalho digno da admiração de todos, porque João Lino da Silva, pôs nele todo o seu entusiasmo e ofereceu a Polar, então, tratando-se do engrandecimento do acervo de vitórias do grêmio da Cruz de Malta, resolveu oferecer o escudo em troca de carteiras Magnólia.
Olympio Pio, que é um vascaíno de quatro costados, tomou a deixa e procurou-nos para dizer que traria 2000 carteiras Magnólia afim de troca-las pelo escudo em poder de Polar.

FEITA A TROCA
E ontem as 18 horas com a presença de um repórter do Jornal dos Sports, efetuou-se em nossa redação, a troca do Escudo do Vasco por 2000 carteiras de cigarros Magnólia, que Polar levou para sua residência, onde juntará as que já tem em seu poder, para por esses dias, fazer uma descarga sensacional.

UMA CARTEIRA DE CADA VASCAÍNO DE FESTAS PARA OSCARINO
Após o ato da troca do escudo do Vasco, por duas mil carteiras, Polar, falando com indiscutível entusiasmo ao repórter sobre o Concurso Magnólia disse.
“Peço que Jornal dos Sports faça chegar aos Vascaínos que eu espero que cada simpatizante ou associado do nosso querido Vasco da Gama, de a Oscarino, o nosso candidato ao Chevrolet Magnólia, uma carteira de cigarros Magnólia, apenas uma.”
Um pequeno silêncio e Polar continua.
“Diga também que eu estarei domingo, percorrendo o Estádio do Vasco para arrecadar as carteiras.
Fonte: Jornal dos Sports 26 de Dezembro de 1937

Vasco Jornal dos Sports 1937

Vasco Jornal dos Sports 1937



sábado, 21 de março de 2015

PEQUENOS VASCAÍNOS 2015: PEQUENOS VASCAÍNOS SOLIDÁRIOS

Antes da partida Vasco x Flamengo a Torcida Pequenos Vascaínos fará uma arrecadação de alimentos, roupas, brinquedos, lençóis e edredons para serem doados ao abrigo Cristo Redentor na Av. Democráticos.
Seja um Pequeno Vascaíno Solidário você Também!
Domingo 22 de Março
Horário: 12.30 as 18 horas (antes do clássico)
Local: Rua Eurico Rabelo (em frente ao Bar dos Esportes)

Pequenos Vascaínos Solidários 2015

sexta-feira, 20 de março de 2015

VASCO REAL 1977: JORGINHO CARVOEIRO MORRE SEM GLÓRIAS E SEM CARTOLAS

Nem um dirigente Vascaíno esteve ontem a noite, no velório do Jorginho Carvoeiro e nem um jogador compareceu a Capela A do Cemitério Jardim da Saudade.
Do lado de fora, apenas três coroas: uma do Almirante Heleno Nunes, Presidente da CBD, outro desportista Álvaro da Camélia e mais uma do Vasco. 
De resto, pouca gente. Dona Vanderleia Oliveira, mulher do ex jogador, alguns amigos e integrantes da Torcida Vasco Real.
Data: 13 de Junho de 1977

Vasco Real 1977

Vasco Real 1977

Vasco Real 1977

Vasco Jorginho Carvoeiro 1974



quinta-feira, 19 de março de 2015

VASCAXIAS 1976: TORCIDA PARTICIPA DA FESTA DE MIRACEMA E ITAPERUNA

Na festa de 41º anos aniversário de emancipação de Miracema, o time de futebol da Vascaxias, disputou um Torneio de Futebol em homenagem a Cidade, que contou com a participação do Juvenil do Botafogo, o Rio Minas FC, Miracema FC, Sete de Setembro, Seleção dos Professores, Seleção de Estudantes e Flamenguinho.
Todos foram recebidos pelo Prefeito num grande churrasco no Colégio N. S. das Graças.
A Vascaxias também participou da Exposição Agropecuária de Itaperuna.
Fonte: Jornal O Fluminense 29 e 30 de Abril de 1976   

Vascaxias Jornal O Fluminense 1976

Vascaxias Jornal O Fluminense 1976

Vascaxias Jornal O Fluminense 1976

quarta-feira, 18 de março de 2015

TOV 1967: MALTRATADOS

A Sra Dulce Rosalina, Chefe da Torcida Organizada do Vasco, disse que um grupo de torcedores do seu Clube foi maltratado pela torcida do Palmeiras no Pacaembu. Informou que o tratamento no Pacaembu da torcidas visitantes é de inimigo em guerra.
Fonte: Jornal A Luta Democrática 15 de Março de 1967

TOV Jornal A Luta Democrática 1967

terça-feira, 17 de março de 2015

TORCIDA DO VASCO 1940: QUEM PAGA É A TORCIDA

Entregue, ontem, as quantias das multas de Zarzur e Figliola, notas.
O Hotel onde concentrados os jogadores do Vasco da Gama, sendo ante ontem que vem sendo muito visitado. 
Ora por diretores, ora por associados e fans do referido Clube. Por essa razão, os próprios jogadores dos camisas pretas, estão bastante entusiasmo e predispostos a fazerem uma partida gigantesca frente ao Flamengo.
Ontem, pouco depois das 17 horas, mais uma turma de Vascaínos chefiada por Olympio Pio, João de Lucca e Antônio Rodrigues, compareceram ao citado Hotel, afim de levar o seu apoio moral aos rapazes do team, tendo o maioral Olympio, falado algumas palavras de verdadeiro Torcida e associados. Essa caravana de simpáticos e associados do referido Clube, também, com a adesão dos srs Diamantino Sile, José Villena, Ernygdio Monteiro, Aboirgir  Sarre, Maurício Leitão, Joaquim Magalhães, Arthur Pinto, Jorge Magalhães e outros, resolveu angariar donativos entre os adeptos do Vasco da Gama afim de melhorarem o bicho do team e bem assim, pagarem as multas de 200$000 e 500$ respectivamente, aplicados pela Liga aos players Zarzur e Figliola.
Como vemos no clichê que ilustra essa notícia, Olympio Pio, ontem mesmo fez a entrega ao Diretor Geral do Sport do Vasco, Sr Manoel Moreira Junior, de um envelope no qual continha a importância acima referida para o pagamento das multas e também alguma grana para ser distribuída entre os players, logo após o jogo de hoje.

TODOS AO LADO DO RELÓGIO
Extraordinário duelo de Torcida será travado, hoje no Estádio do Fluminense, entre os fans do Vasco e do Flamengo. Por essa razão, Olympio Pio e João de Lucca, os chefões dos Vascaínos, pedem que todos os simpatizantes do Clube luso se coloquem debaixo do relógio, que fica no gol da piscina tricolor. Ai, então, dar-se a o grande cotejo de torcida.
Fonte: Jornal O Radical 30 de Junho de 1940

Torcida do Vasco Jornal O Radical 1940

Torcida do Vasco Jornal O Radical 1940

segunda-feira, 16 de março de 2015

TORCIDA DO VASCO 1935: CONCURSO DAS BALAS FAVORITA DOS JOGADORES

Um apelo de Polar aos torcedores do Vasco da Gama, apoiada pelo keeper dos cruzmaltinos.
Polar, cabo chefe de Rey, esteve em nossa redação em companhia do grande e popular arqueiro Vascaíno.
O festejado propagandista disse-nos:
“Sou o cabo Chefe aqui do meu amigo Rey, candidato dos Vascaínos no Concurso das Balas Favorita dos Jogadores. Todos dizem que a Torcida do Vasco é a mais poderosa do Rio, entretanto, o Rey ainda permanece em segundo.
É um absurdo. Apelo para os torcedores do Vasco da Gama. Demostremos o nosso valor, a nossa pujança,”
Por ocasião da revanche dos espanhões, com o nosso quadro, amanhã, é necessário que todos os vascaínos levem para Rey, a maior quantidade possíveis de votos das Balas Favoritas dos Jogadores. O nosso candidato não pode perder, a Torcida Vascaína não pode ser derrotada. Peço um apelo a todos os Vascaínos, levem-me votos.
Declaração de Rey
Rey, o arqueiro Vascaíno, disse-nos.
“Entrei no Concurso, confiante no valor extraordinário da Torcida do Vasco da Gama, Espero que todos os Vascaínos se coliguem e levem-me votos, afim de que na próxima apuração, a nossa Torcida sobrepuje a do Flamengo.
Rey e Polar esperando votos hoje.
Rey e Polar pediram-nos tornar público, que hoje, estarão no Estádio do Vasco, para receber dos Vascaínos sinceros votos das Balas Favoritas dos Jogadores.
Fonte: Jornal dos Sports 22 de Agosto de 1935

Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1935

Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1935

Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1935

Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1935

Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1935

Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1935

Torcida do Vasco Jornal dos Sports 1935



domingo, 15 de março de 2015

VASCAXIAS 1975: DIRETORIA

Lançada recentemente, a Vascaxias é a mais nova Torcida Organizada do Club de Regatas Vasco da Gama.
A Torcida, que pretende representar Caxias em todos os jogos daquela agremiação, é o presidida por José Roberto Garcia de Campos.
Vice Presidente: José Mauro Batista de Freitas
Secretário: Gilbert Antônio Pereira
Tesoureiro: Fanor Marques de Almeida (foi Presidente em 1980)
Diretor de Patrimônio: Ubiratan Marques.
Teve como madrinha Tia Aida de Almeida da TOV.
Fonte: Jornal O Fluminense 14 de Novembro de 1975

OFICIALIZADA
A Torcida foi oficializada no dia 01 de Novembro de 1975, no jogo em São Januário entre Vasco e Guarani.

Vascaxias Jornal O Fluminense 1975

Vascaxias 1976

sábado, 14 de março de 2015

VASCONÇALO 1978: VASCONÇALO COMEMOROU ANIVERSÁRIO E KAPISKA REVELOU AS SUAS METAS

Foi uma festa de primeira que a Vasconçalo armou para comemorar o seu 1º aniversário de criação, em sua Sede nova, na Rua Dr Lurumenha, 5.961, em São Gonçalo. 
O Presidente João Carlos Kapiska comandou toda a zorra, auxiliado por Ângelo de Castro, Antônio Caravelas, João Gomes, Ataíde Aguiar, Juarez Costa e Sérgio Nunes que formaram um grupo coeso no atendimento aos convidados.
A programação começou com um ato religioso na própria Sede. 
Ás 18h 30 min foi rezada a Missa em Ação de Graças pelo aniversário, seguindo-se a benção da Sede. 
Posse dos novos dirigentes, entrega de prêmios e coquetel aos presentes. 
O Vasco da Gama se fez representar pelo Dr Nelson de Souza, assessor do Presidente Agarthyrno da Silva Gomes e pelos atletas profissionais Paulinho, Samuel e Jaburu, pelo atleta juvenil Gilmar e pelo Dr Roberto Ribeiro, da Escolinha do Vasco que a partir de Maio estará realizando treinos no Barreto.
A Vasconçalo criada por Kapiska, Ronaldo Longo e Francisco Oliveira Filho possui cerca de 200 sócios e mais de mil adeptos. 
Das 48 Torcidas do Vasco é uma das mais importantes como a Organizada (TOV) e a Força Jovem. 
Kapiska tem como meta principal, a compra de Sede Campestre e a aquisição de dois ônibus, ativar os departamentos infantil e social e vai começar com show a cargo de Vascaínos Martinho da Vila e Carlos José.
Fonte: Jornal O Fluminense 15 de Abril de 1978

Vasconçalo Jornal O Fluminense 1978

Vasconçalo Jornal O Fluminense 1978



sexta-feira, 13 de março de 2015

VASTELES 1977: PROMESSA CUMPRIDA

O Deputado Estadual Silvério do Espírito Santo, torcedor do Flamengo, pagou a aposta que fez com o Manoel de Jesus Contente, Chefe da Torcida Vasteles, de Vilar dos Teles, São João de Meriti, a quem ofereceu em sua casa, no Bairro Parque Lafaiete, em Duque de Caxias, um bacalhau na brasa, regado a vinho português.
A Vasteles, composta por cerca de 200 torcedores, é uma das mais bem organizadas Torcidas do Campeão Carioca de 1977, sendo a única que possui ônibus próprio para conduzir os torcedores.
Fonte: Jornal O Fluminense 07 de Outubro de 1977

Vasteles Jornal O Fluminense 1977

Vasteles Chefe Manoel Jesus Contente 1977

Vasteles São Januário 1978



quinta-feira, 12 de março de 2015

ASCOVA 1978: ASSOCIAÇÃO DE CORRESPONDENTES VASCAÍNOS

O estreitamento de laços levava os leitores à proposição da ASCOVA, a Associação de Correspondentes Vascaínos, uma forma de intercâmbio de informações regulares entre os cruzmaltinos leitores do jornal, com direito inclusive a um Presidente formal: Francisco das Chagas (1978).
Fonte: Livro "O Clube Como Vontade e Representação, O Jornalismo Esportivo e a Formação das Torcidas Organizadas do Futebol do Rio de Janeiro" de Bernardo Borges Buarque de Hollanda da Editora 7 Letras.

“Na verdade a idéia da ASCOVA, partiu em conjunto, durante um almoço lá em casa, eu e Freitas "Francisco das Chagas", tivemos a idéia de criar esse intercâmbio entre vascaínos e foi tão séria, que aconteceu num período de tempo mais curto que o esperado
Criamos até um concurso, pra escolha do logo! “ Falou Angela Vasco Real
“Tive o prazer que começar minha jornada nas arquibancadas ao lado desse grupo da Vasco Real. Conheci através deles, pessoas que marcaram minha vida, mas uma em especial: Francisco das Chagas, Fundador da ASCOVA (Associação de Correspondentes Vascaínos). Eram milhares de associados por todo Brasil, lembro que enviava por semana, mas de 100 cartas e recebia muitas por dia. O carteiro brincava falando q se dependesse de mim, ele nunca perderia o emprego...kkkkkkkkkk. Falou Valéria Cravo que foi Relações Públicas da Força Jovem.

Na foto abaixo, Beth que foi Relações Públicas da Garrafla e depois da Raça Rubro Negra, Francisco das Chagas e Valéria Cravo que foi Relações Públicas da Força Jovem.

ASCOVA Beth, Francisco das Chagas e Valéria Cravo 1979

ASCOVA Carteirinha 1979
ASCOVA

ASCOVA assinatura de Aida de Almeida e Domingos Ramalho
Vasco Faixa Maracanã 1979

ASCOVA Jornal dos Sports 1978

quarta-feira, 11 de março de 2015

TOV 1945: QUANDO O VASCO É CAMPEÃO

Só fui ver a Armênia lá fora, depois de tudo. Estava dentro de um caminhão, parecia que tinha começado a gritar naquele momento. De passagem olhei para cima: a blusa da Armênia era como aquelas antigas camisas do Vasco. Preta com gola e punhos brancos. Devia ter a Cruz de Malta sobre o peito, do lado esquerdo, Toda vez que ia comandar um casaca a Armênia arregaçava as mangas curtas, já arregaçadas. Os braços gordos apareciam, nus, até em cima, subiam e baixavam, E tome casaca, casaca e tome Vasco. As bandeiras do Vasco apareciam por cima das cabeças. Eram de todos os tamanhos. Umas pequenas, dessas que se vendem na porta dos campos de futebol, outras grandes, mandadas fazer, bandeiras boas para os mastros de São Januário.
Antes do jogo eu vira aquelas bandeiras dentro dos caminhões.
Os caminhões, cheios de Vascaínos, vinham, uns atrás dos outros, como se formassem um cortejo. Na praça paravam e despejavam gente. 
As bandeiras subiam em mastros improvisados, cresciam esticadas pelo vento. E os caminhões não paravam de chegar. Amontoavam-se na praça como os torcedores, como as bandeiras. 
Os caminhões encostavam-se no meio fio, ficavam parados, vazios, os torcedores não paravam, corriam para as bilheterias, para os portões do Flamengo. E a impressão que a gente tinha era que os portões não resistiriam aquela avalanche de assaltantes. 
Porque parecia um assalto. Perto dos portões, não se via os portões, só se via a multidão, os foguetes assobiavam feito granadas, as bombas explodiam.
O “Avante Flamengo” (Charanga Rubro Negra) ficou no meio das arquibancadas da Lagoa, o “Resto é Vasco” (Torcida Organizada do Vasco). Sabia-se que era Vasco pelas bandeiras, Bandeiras do Vasco de um lado e de outro, os mastros das bandeiras pareciam velas de um bolo de aniversário, furando a multidão. 
O “Avante, Flamengo” era uma batucada. O “Com o Vasco onde estiver o Vasco”, era uma batucada, era uma comissão de frente de um clube de Carnaval, com a banda de clarins e tudo. O “Avante, Flamengo”, cantava uma coisa, o “Com o Vasco onde estiver o Vasco” cantava outra completamente diferente. Tal qual como no carnaval, quando a gente escuta todas as marchas e todos os sambas ao mesmo tempo, De longe eu não podia ver a Armênia. Devia estar perto do cartaz do “Com o Vasco, onde estiver o Vasco”, bem no meio do povo.
Não esperava encontra-la na saída, dentro de um caminhão. Vi um caminhão parado, recebendo gente, bastava ser Vasco para ter um lugar garantido, olhei para cima, lá estava Armênia, pulando, gritando. 
E eu não sabia que um tijolo, os torcedores do Flamengo quase arrancando todos os tijolos da arquibancada para jogar em cima dos torcedores do Vasco, tinha pegado no pé da Armênia. Nada mais natural que a Armênia saltasse e gritasse, arregaçando as mangas já arregaçadas, Sempre a vira assim, pulando e gritando. 
O João de Lucca podia desmaiar, como desmaiou quando o Vasco tirou o zero do placar contra o Flamengo, foram necessários dez Vascaínos para carregá-lo feito um piano, a Armênia não desmaiava.
Estava dentro do caminhão, com o pé inchado, enorme. O tijolo pegara-lhe o pé de cheio, tirara-lhe sangue, sentindo dor a Armênia gritou Vasco com mais força. Não podia pensar em pé machucado com um 2 x 2 no placar. 
Agora ninguém ia tirar o título de invicto do Vasco. Se o jogo continuasse , adeus Flamengo, o Vasco tomara conta do campo, a Armênia perdera a conta dos corners feitos pelo Flamengo. Se lhe atiravam tijolos era porque o Vasco empatara o jogo,ia vencer o jogo. Quando o placar estava de dois a zero ela ficara no seu canto, ninguém lhe atirara tijolos em cima.
Que podia haver de pior para a Armênia do que um Flamengo dois e um Vasco zero? Um tijolo, que era um tijolo depois do empate? Com um Vasco, três, Flamengo dois, podiam até jogar-lhe um tijolo na cabeça.
A Armênia ficou para trás, ela e os caminhões do Vasco. Não vi mais bandeiras com a Cruz de Malta, nem Vascaínos com aqueles chapéus de palha que se vende nas quitandas. Deixei de ouvir os casacas, casacas. 
“O Expresso não parou o Flamengo disparou”. Segui pelo caminho da Lagoa, por trás do Jockey. Era o caminho que Cyro Aranha tomaria, pouco depois. Cyro Aranha, Oswaldo Euclydes atrás dele, quando saiu do campo e chegou na praça, viu um caminhão para cá, outro para lá. Os caminhões do Vasco a debandar. Ninguém se lembrara de organizar um cortejo de automóveis e caminhões para passar pelo Jardim Botânico, pela Rua São Clemente, pela Praia de Botafogo, pela Praia do Flamengo, levando a alegria do Vasco até São Januário.
Cyro Aranha entrou no carro, sentou-se no banco da frente, ao lado do Joaquim, o Oswaldo Euclydes sentou-se no banco de trás. 
“Papai vão estragar a festa”. “Não vão, não, meu filho”. Cyro Aranha virou-se para o Joaquim: “Você vai contra a mão, de que jeito for, não se importe com os apitos dos guardas, com as multas. A gente tem de cercar os caminhões no Largo do Humaitá antes de todo mundo”.  O Joaquim não parava de tocar a buzina. De repente a multidão desapareceu, era a estrada livre, estendendo-se até se perder de vista.
“Pise, Joaquim”!, disseram Cyro Aranha e Oswaldo Euclydes ao mesmo tempo. O Joaquim já tinha pisado. O carro levantava nuvens de poeira. Cyro Aranha com a cabeça de fora, recebendo o vento no rosto. Nenhum caminhão poderia correr tanto. Quando ele chegasse no Largo do Humaitá saltaria do carro, ficaria no meio do Largo, de braços abertos, para não deixar passar nenhum caminhão. Os caminhões se amontoavam no Largo, fechando o caminho, e ai ele teria tempo de organizar o cortejo. O caminhão da Armênia atrás do carro dele, o carro dele seria o batedor. 
Enquanto se organizasse o cortejo juntaria gente no Largo. E o João de Lucca soltando foguetes, e as buzinas dos carros e dos caminhões tocando sem parar.
Foi como Cyro Aranha tinha imaginado. O Joaquim chegou antes dos caminhões e dos bondes. Cyro Aranha saltou e Oswaldo Eucydes e o Joaquim foram atrás dele. Os três ficaram no meio do Largo de braços abertos. Os caminhões foram aparecendo e parando. Cyro organizou o cortejo, botou o carro dele na frente como batedor. 
“Agora devagar, Joaquim, não temos pressa”. As janelas se abriam, as portas dos botequins se enchiam de gente. É Vasco, e casaca, casaca e foguete e bomba. O cortejo seguia por São Clemente, pela Praia de Botafogo, pela Paia do Flamengo, pela Avenida Rio Branco, pela Avenida Presidente Vargas, toda a vida, até São Januário. O portão dos automóveis do Estádio de São Januário estava escancarado. E lá dentro tudo iluminado, como um salão de baile. Cyro Aranha sentiu um nó na garganta quando olhou para a tribuna social, repleta, todo mundo de pé batendo palmas.
Fonte: Jornal O Globo Coluna da Primeira Fila de Mário Filho 22 de Novembro de 1945   

Flamengo 2 x 2 Vasco
Jogo suspenso no dia 18 de Novembro de 1945 na Gávea, aos 26 minutos do 2° tempo (2 a 2). Faltam, assim, 19 minutos de jogo.
Desentendimento do half Biguá do rubro-negro, com o árbitro, agravado com invasão de campo por dirigentes do Flamengo e posteriormente uma briga generalizada nas arquibancadas, as pessoas invadiram o campo.
O policiamento foi deficiente não conseguindo afastar do gramado os torcedores. A partida reiniciou no dia 20 (Laranjeiras) às 18 horas e 45 minutos e terminou sem alteração do placar. Logo após, jogaram às 19 horas e 20 minutos, Guanabara x Campo Grande (eliminatória) e às 21 horas, Vasco 5 x 0 Seleção da Federação Metropolitana.
Fonte: Jornal A Noite 21 de Novembro de 1945

TOV Jornal dos Sports 1945


TOV O Globo Esportivo 1945