segunda-feira, 31 de agosto de 2015

VASCO 1913: FOTOS 02

Vasco Revista da Semana 1913

Vasco Revista Careta 1913

Vasco Revista Careta 1913

sábado, 29 de agosto de 2015

FORÇA JOVEM 2003: A BOLA ROLA E AS COBRANÇAS APARECEM

Mas torcedores não parecem dispostos a terem paciência de Jó. Pelo menos não os do Vasco. 
E que o diga o meia Petkovic, que ouviu tudo quando foi palavão, ao sair de campo, depois do 1 a 1 com o Botafogo. 
Se depender da vontade da Força Jovem, maior Organizada do Clube, pode preparar o ouvido.
“Vaiamos e cobramos para incentivar a equipe”, é a estranha lógica de Marcelo Granzotto, Presidente da FJV.
“Quem veste a camisa do Vasco tem de estar preparado para cobranças”, avisa com a promessa de estender a bronca. “Agora foi o Pet, amanhã pode ser outro”.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo 28 de Janeiro de 2003

Força Jovem Jornal Folha de São Paulo 2003

Força Jovem Maracanã 2003

Força Jovem Maracanã 2003

Força Jovem Maracanã 2003

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

FORÇA JOVEM 2001: FESTA E TRADIÇÃO

As Torcidas Organizadas surgiram no Brasil na década de 1940. 
A festa colorida dessas Torcidas virou cartão postal do Rio de Janeiro e do Brasil. Infelizmente muita coisa mudou desde o surgimento das Torcidas Organizadas, lá se vão mais de 60 anos. 
Hoje já não se vai mais ao teatro ou ao cinema com a mesma tranqüilidade. 
Afinal nas contradições sociais aumentaram e com elas a violência e o sentimento de insegurança. 
Isso se reflete com muito mais força no futebol que reúne, a cada jogo de grandes clubes, dezenas de milhares de pessoas. 
Portanto, é inadmissível que, ao se discutir a complexa questão da violência nos Estádios, alguns venham com a simplista solução de “acabar com as Torcidas Organizadas”. 
Propor o fim das Organizadas não passa de preguiça mental. 
Ora, quem quiser ir para os Estádios apenas para brigar vai continuar indo, existindo ou não Torcidas Organizadas. 
Temos aqui próximo o exemplo do Estado de São Paulo, que proibiu as T.Os. 
A proibição foi um retumbante e previsível fracasso. 
A violência aumentou ainda mais e em dias de clássicos o centro de São Paulo virá uma praça de guerra.
Em nosso estado volta e meia uma autoridade ou algum jornalista vem com a solução mágica de se acabar com as Torcidas Organizadas. 
Infelizmente, fruto desse preconceito, as T.Os nem sempre são tratadas com o devido respeito e as restrições de diversos tipos tem atrapalhado bastante a festa da Torcida. 
No entanto, estamos empenhados em mostrar que a Força Jovem está disposta a fazer o possível para colaborar na busca de soluções que minimizem o problema da violência.
Marcelo Granzotto, o Marcelo Zona Sul, é Advogado e Presidente da Força Jovem.
Fonte: Jornal da Força Jovem 2001

Força Jovem Jornal da FJV 2001

Força Jovem Jornal da FJV 2001

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

PEQUENOS VASCAÍNOS 1999: MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES Nº 1115 DA ALERJ

Moção: 1161
Ementa: De Congratulações a Torcida Organizada Pequenos Vascaínos, na pessoa do seu Presidente José de Souza Barbosa (Zeca), pela passagem do 101º Aniversário do Club de Regatas Vasco Da Gama
Autor(es): Deputado Roberto Dinamite
Requeiro à Mesa Diretora, na forma regimental, seja consignada nos Anais desta Casa de Leis, MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES, a Torcida Organizada Pequenos Vascaínos, na pessoa do seu Presidente José de Souza Barbosa (Zeca), pela passagem do 101º aniversário do Club de Regatas Vasco Da Gama..
Aos 21 dias do mês de Agosto de 1898, nascia o CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA. Em 1915, um grupo de Vascaínos apaixonados pelo remo, mas já começando a se interessar pelo futebol, iniciou os trabalhos para a criação de um departamento destinado a promover treinos e jogos do novo esporte no Clube.
Em 1922, uma façanha que poucos acreditavam: o novo Clube de futebol, com apenas 6 anos de existência (só de futebol), venceu os campeonatos das três categorias da série B, conquistando a taça Constantino. Com esse feito o Vasco da Gama chegou, em 1923, a série A, disputando com clubes como o Flamengo, América, Fluminense e Botafogo.
Em 21 de abril de 1927 inaugurava-se o maior estádio do Brasil, São Januário, posição garantida até 1942, quando foi inaugurado o Pacaembu, em São Paulo.
Construído sem qualquer ajuda do governo estadual ou federal, o Estádio de São Januário foi palco de grandes manifestações populares, algumas inclusive promovidas por Getúlio Vargas, além dos maiores jogos do campeonato carioca e da seleção brasileira, até a inauguração do estádio do Maracanã, em 1950.
Por ocasião das comemorações pelo 101º aniversário de fundação do VASCO DA GAMA, não poderia deixar de render homenagens àqueles que como atletas, ex-atletas, diretores, conselheiros, equipe técnica, funcionários administrativos, torcidas organizadas e torcedores espalhados por todo o Brasil colaboraram para o engrandecimento do GIGANTE DA COLINA.
Sala das Sessões, 17 de Agosto de 1999
Deputado ROBERTO DINAMITE
PMDB
Fonte: http://alerjln1.alerj.rj.gov.br

Pequenos Vascaínos década de 1980

Pequenos Vascaínos São Januário 1982





terça-feira, 25 de agosto de 2015

VASCAÉ 1982: BANDEIRA DE MACAÉ NO MARACANÃ

Quem andou aparecendo. Domingo último, no Maracanã, agitada em meio a euforia da Torcida Vascaína no bom triunfo sobre o Santos, foi nossa bandeira. 
Isso mesmo, nossa bandeira. 
Explicamos, a Vascaé, Torcida Organizada dos cruzmaltinos macaenses, como de hábito em grandes jogos, lá estava dizendo sim.
E carregou sua grande bandeira, onde , em sua metade, convivendo com o preto do fundo, a faixa branca e a Cruz de Malta vermelha, lá estava, em destaque o azul e branco e a palmeira da bandeira de nosso município.
Um visual bonito e diferente para uma Torcida que leva uma mensagem de real comunicação de sua Cidade para uma imensa platéia.
Fonte: Jornal O Fluminense 17 de Fevereiro de 1982

Vascaé Jornal O Fluminense 1982

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

domingo, 23 de agosto de 2015

VASBOÊMIOS 2015: 6 ANOS DE FUNDAÇÃO

“Bebemos todas que vier”.
Parabéns Torcida Vasboêmios, que no dia 22 de Agosto, comemorou 6 anos de fundação.
Parabéns à todos os componentes e Diretoria.
Sou Vasboêmios Sim Senhor e Bebo todas que vierem ....

Vasboêmios 6 anos 2015



sábado, 22 de agosto de 2015

VASCO 1898: A FUNDAÇÃO DO VASCO

O Brasil vivenciava no final do século XIX um conjunto de mudanças que reorganizaram a sua estrutura política e econômica. O fim da escravidão, em 13 de maio de 1888, e a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, trouxeram ares de mudança para o país. Com o advento da República buscou-se melhor inserir o Brasil no cenário internacional, consequentemente, observou-se a necessidade de modernizar a capital Rio de Janeiro e adequá-la aos padrões estéticos das grandes metrópoles europeias, marcadamente inspiradas em Londres e Paris. Estratégia esta que só viria ser melhor concretizada com as reformas urbanas do prefeito Pereira Passos, já no século XX.
Novos hábitos iam sendo adquiridos e dentre eles uma nova estética corporal começava a ganhar as ruas cariocas. Um novo modelo de homem passa a ser gerado com o avanço da modernidade sobre a cidade. Os médicos e arquitetos ("cientistas") defendiam a valorização de um típico físico condicionado aos novos padrões de higiene e saúde. Nesse contexto, a prática esportiva do remo adequava-se perfeitamente aos padrões de modernidade que se espraiavam pela cidade.
O remo passa a ser visto como o esporte moderno, ligado ao urbano, prática de uma burguesia ascendente. Por outro lado, o turfe, que havia se organizado anteriormente e sido pioneiro na estruturação do campo esportivo do Rio, guardava um ar mais aristocrático, relacionado ao rural. Outrossim, no remo, o protagonismo cabia ao homem, que deveria com as próprias forças e músculos vencer o mar e seu oponente. Enquanto isso, no turfe, os jóqueis franzinos eram coadjuvantes em relação aos cavalos, verdadeiros "donos" do espetáculo.
Os primeiros passos para a institucionalização remo foram dados na cidade vizinha, Niterói, com os Mareantes (1851). No Rio de Janeiro, no ano de 1862 surgiram o grupo Regata e o British Rowing Club, por influência de imigrantes ingleses na cidade. Em 1967 é fundado o Club de Regatas, mas, o grande marco para o impulso do remo no Rio de Janeiro foi dado com a criação do Club Guanabarense, no ano de 1874. Depois vieram Grupo de Botafogo (1878), o Club de Regatas Cajuense (1885), Club Náutico Saldanha da Gama (Niterói-1876) e Club de Regatas Internacional (1887).
Entre as décadas de 1880 e 1890 as regatas tornaram-se constantes, entretanto, as associações não possuíam o controle total da prática, permitindo-se que não-membros tornassem parte dos eventos. No intuito de estabelecer uma uniformização da prática, os clubes adotaram como justificativa a assaz necessidade de se combater as apostas, que se popularizaram simultaneamente ao crescimento do público que acompanhava as regatas.
Na última década do século, os clubes de remos vão se proliferando, constituindo o ambiente favorável para a criação da União de Regatas Fluminense (1897), instituição destinada a organizar o campeonato da cidade do Rio de Janeiro. Neste período surgiram o Union de Conotiers (Sociedade dos Franceses, 1892), Club de Regatas Fluminense (1892), Club de Regatas Paquetaense (1892), Club de Regatas Botafogo (1894), Grupo de Regatas do Flamengo (1895), Grupo de Regatas Praia Vermelha (1896), Club de Natação e Regatas (1896), Club de Regatas Boqueirão do Passeio (1897), Club de Regatas do Caju (1897), Club de Regatas Guanabara (1899) e o Club de Regatas de São Christovão (1899).
A "febre do remo" vai ganhando a cidade:
"O Remo, começou então a ser conhecido e a descêr do seu retiro em Botafogo para a cidade [...] começou a fallar-se num novo clube, no centro comercial"(FREITAS, José Lopes de, 1945, s.p.)
Às portas do limiar do século XX, impulsionados pelos ares da modernidade, pelo desejo de praticarem um esporte símbolo dos novos tempos, homens ligados à chamada classe caixeiral, que na sua maioria trabalhavam no comércio do centro da cidade, decidiram criar um novo clube para a prática do remo, eis que surge o Club de Regatas Vasco da Gama.
"Henrique Monteiro era o maioral dessa ideia e encontrou semelhante companheiros em Luiz Rodrigues Teixeira de Sousa, Avellar Rodrigues e Lopes de Freitas que traçaram logo o caminho a seguir avante e aos quaes se juntaram com o mesmo entusiasmo Leonel Borba, Carlos Rodrigues, João Campos, Francisco Alberto da Silva, Manoel Lixa, Frazão Salgueiro, Antonio Fernando Seixas [...] que fizeram tão intensa propaganda, que em pouco tempo a ideia era vencêdora [...] O desejo desses rapazes tornou-se realidade em pouco tempo. A propaganda feita nos meios comerciaes deu excellentes resultados [...] Nos botequins, nos barbeiros e até no mercado do caffé, não se fallava n'outra coisa. A fundação de um novo Club de Regatas, que se chamaria Vasco da Gama..."(FREITAS, José Lopes de, 1945, s.p.).
José Lopes de Freitas, popularmente conhecido como Zé (ou José) da Praia, um dos fundadores do Clube e, posteriormente, cronista do Jornal do Commercio, esclarece que o Vasco surge da confluência dos desejos de homens e jovens rapazes que trabalhavam no comércio do centro do Rio de Janeiro, como funcionários ou proprietários, para a formação de um clube no qual pudessem congregar os seus ideais.
A despeito da importância de homens como Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre d'Avelar Rodrigues, Manuel Teixeira de Souza Júnior e o próprio José Lopes de Freitas, por incentivarem e aglutinarem um grupo de pessoas em prol da ideia da fundação do clube, é preciso ter em mente que o Vasco nasce através do anseio de vários homens por uma instituição que congregasse brasileiros e portugueses. Talvez, muitos outros homens além desses citados por toda uma tradição literária vascaína, tenham contribuído de igual monta à fundação do Vasco, mas, por questões de escassez de fontes, historicamente não sejam lembrados. 
As comemorações do IV Centenário da Descoberta do Caminho Marítimo para as Índias influenciaram no nome da nova instituição náutica e nos seus símbolos, principalmente, o maior deles, a cruz que os fundadores do Clube deram ao Vasco, inspirada naquela presente nas naus portuguesas no período das Grandes Navegações. De acordo com Freitas:
"O nome e symbolo, nasceu pode-se dizer d'um feliz acaso. Por esse tempo tinha-se festejado pomposamente no Rio de janeiro o Quarto Centenário da descoberta do caminho marítimo das Índias por Vasco da Gama. E por toda a parte aparecia, nas festas, nos cortejos, nas revistas e jornaes ao lado do nome do grande navegante a Cruz de Christo usadas nas Caravellas (a que nos acustumanos a chamar de Malta [...] Dahi o nome e symbolo, aceito entusiasticamente por todos, podendo dizer-se que já tinha nome, antes de vir ao mundo!"(José Lopes de Freitas, 1945, s.p.).
Concomitante aos anseios desses rapazes do Centro do Rio, soube-se que pela região do bairro da Saúde um grupo chefiado pelos irmãos Couto - Francisco (que viria a ser o primeiro Presidente), Antonio, Adolpho, Alfredo e José -, com João Amaral, Marciano Rosas e Dr. Henrique Lagden possuíam o mesmo propósito, qual seja, fundar um clube de regatas. Eis que através do intermédio de Henrique Monteiro, houve a união dos interesses de todos, possibilitando a fundação de um único clube.
Após algumas reuniões preliminares, em 21 de agosto de 1898, na Rua da Saúde n.º 293 (atual n.º 345 da rua Sacadura Cabral), é fundado o CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA! Nesta primeira reunião, elegeu-se a diretoria e Francisco Gonçalves Couto Junior foi eleito presidente. Todavia, o número total de sócios fundadores não estava presente. Foram 62 os sócios fundadores que estiveram reunidos na Assembeia Geral que fundou o clube, mas, como a própria Ata de Fundação nos diz, entre os próprios eleitos: "alguns d'elles achavam-se ausentes". (Para mais informações a respeito do local de fundação do clube, ver: http://www.memoriavascaina.com/2014/01/rua-da-saude-n-293-o-vasco-nasceu-para.html)
Sem perder muito tempo, os vascaínos iniciaram a vida administrativa do novo clube. Definiu-se uma sede provisória, alugaram para este fim um sobrado na antiga Rua da Saúde n.º 127 (atual n.º 167 da rua Sacadura Cabral), em frente Largo da Imperatriz. Enquanto isso, preparavam a sede definitiva, na Praia Formosa, localizada na Ilha das Moças, onde o clube se instalou em novembro de 1898 (ver: http://www.memoriavascaina.com/2014/01/a-primeira-sede-do-vasco-rua-da-saude-n.html).
Em sua sede provisória, uma das iniciativas pioneiras do Vasco, tendo a frente José Lopes de Freitas, foi a montagem da primeira escola para a prática do remo na cidade do Rio de Janeiro. Os sócios vascaínos tinham aulas noturnas e muitos deles davam os passos iniciais no sport.
"Foi ali também que se organizou a primeira Escola de Remo dirigida pelos dois Freitas, o José Lopes e o João Cândido. Tôdas as noites das sete as dez (dezenove e vinte e duas) davam eles aulas práticas no "VAGAROSO", bote alugado e armado a quatro remos com palamenta, e, na "IARA" cedido por João Amaral, barquito de quatro metros de comprimento, armado com quatro remos de voga com pretensões a baleeira." (FREITAS apud ROCHA, 1975, p. 17).
Essa iniciativa do Vasco, de certa forma, permitia o acesso das camadas populares à prática do remo, haja vista que muitos de seus associados eram funcionários do comércio do centro do Rio. Através do controle da União de Regatas Fluminense, o acesso à prática das regatas passou a ser restrito aos clubes, muitos dos quais possuíam estatutos restritivos ao acesso das camadas populares.
 As esses rapazes inicialmente se faziam representar entre competidores não filiados ou, principalmente, entre o público que acompanhava as regatas, que crescia cada vez mais. Além disso estavam entre os apostadores combatidos pela União. Ao abrir-se para os funcionários do comércio, muito deles oriundos das camadas mais desprivilegiadas da sociedade carioca, o Vasco escapava da tendência elitista do remo. Essa aproximação do Clube com as camadas populares seria ainda mais forte com o advento do futebol na instituição.         
As elites, no intuito de constituir a prática do remo como símbolo de status e distinção social, buscavam se destacar e criar espaços específicos e privilegiados para acompanhar as competições de remo. Assim, eram montadas arquibancadas com espaços destinados à "fina flor carioca", deixada separada do povo que fazia esse sport crescer. Nesse contexto, foi fundado o Pavilhão de Regatas (1904), na Praia de Botafogo. A obra, bastante famosa à época, foi financiada pela Prefeitura do Rio e fez parte das reformas urbanas empreendidas por Pereira Passos.
No dia 28 de agosto de 1898, reunidos na sede do Club Recreativo Estudantina Arcas Comercial, foi empossada a primeira diretoria e eleita a comissão para elaboração  do primeiro estatuto. O primeiro uniforme foi aprovado em reunião de diretoria (Atas da Diretoria Administrativa, 06 de setembro de 1898).
Todavia, com a aprovação do estatuto em Assembleia Geral de 10 de setembro de 1898, baseando-nos na documentação enviada para União de Regatas Fluminense, houve alteração na camisa e ficou definida com a Cruz sobre o peito, não mais metade sobre o preto e metade sobre o branco. Posteriormente, haveria uma nova mudança, no contexto das reformas pós-cisão de 1899. Melhores informações na matéria "Os 116 anos da criação do principal uniforme do Vasco": http://www.vasco.com.br/site/noticia/detalhe/11061/os-116-anos-da-criacao-do-principal-uniforme-do-vasco.
Em 03 de novembro de 1898, como parte da documentação enviada à União de Regatas Fluminense para a filiação, o clube demonstra a sua precoce pujança e envia o nome dos seus 187 fundadores. O Vasco nasceu com o destino de ser um gigante do esporte brasileiro. (Documentos da primeira filiação, 03 de novembro de 1898).
Os primeiros barcos vascaínos foram a Zoca (canoa a quatro remos de voga), a Vaidosa (baleeira a quatro remos de voga) e a Volúvel (baleeira a seis remos de voga). A empolgação dos vascaínos fundadores com o início das atividades náuticas do Clube é assim descrita por Freitas (1945, s.p.):
"E como já havia um grupo de remadores, não perfeitos ainda, mas cheios de bôa vontade, foram-se organizando conjuntos, para as tripular. E pela Guanabara, começaram a apparecer, reunidas do fundo da Bahia remadas, umas certas e outras ... "pêanada" (guarnição que remava desacertada) novas embarcações, novos uniformes, novas flamulas! Era o Vasco, o Vasco que ahi está hoje!"
Necessitando organizar-se melhor após o seu nascedouro, o Vasco começou a competir no ano seguinte, em 1899. Como demonstração de sua força, logo em seu ano de estreia veio a primeira vitória em provas, com a Volúvel, no primeiro páreo e ainda um segundo lugar com a Victória (recém-incorporada), uma baleeira a quatro remos. Embora a prova não valesse para o campeonato, chamou a atenção de todos o feito dos vascaínos:
"O Vasco inscreveu-se em canoas a 4 com Zoca (que não correu), em baleeiras 4 com a Victoria e a Vaidosa e em baleeiras a seis com a Voluvel, sendo premiados os seus esforços, com a victoria da Voluvel em 1.º lugar e aVictoria em 2º lugar, o que na epocha foi considerado um grande feito, não só competindo com gente já bem treinada e conhecedora dos segredos do remo. E ainda porque alguns clubes competidores, por la andavam a mais tempo sem serem trapejados pela victoria".
Os anos se passaram e as conquistas do Vasco foram se acumulando. Em 1904, vieram os dois primeiros troféus, a Prova Clássica Sul-América e a Prova Clássica Jardim Botânico. Logo após os seus primeiros anos de fundação, o clube tornou-se bicampeão de remo da cidade em 1905 e 1906, demonstrando a sua grandeza e realizando um feito que outros clubes mais antigos não haviam conseguido.
Um grandioso tricampeonato em 1912, 1913 e 1914 veio consolidar o Vasco como o maior clube náutico do Rio de Janeiro e um gigante do remo no Brasil. Nessa época, a ginástica e o tiro já eram praticados pelos sócios vascaínos. Outrossim, acompanhando uma tendência que se espalhava pela cidade, crescia cada vez mais a influência do futebol entre o quadro associativo vascaíno e muitos sócios começavam a solicitar inserção desta prática no clube, fato que viria a ser consumado a partir de 26 de novembro de 1915.
As vitórias no esporte náutico seguiram correntes constantes. Na contemporaneidade, o clube tem orgulho de ostentar seu pavilhão centenário pelas águas cariocas. Dentre os títulos e conquistas de regatas, podemos citar:
- 46 títulos cariocas de remo (masculino), sendo o único a conquistar 16 vezes seguidas o título (1944-1959):
1905, 1906, 1912, 1913, 1914, 1919, 1921, 1924, 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1934, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1944, 1945, 1946, 1947, 1948, 1949, 1950, 1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1957, 1958, 1959, 1961, 1970, 1982, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2005 e 2008
- Campeonato Brasileiro Masculino (1987, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2007, 2008 e 2009)
- Campeonato Brasileiro Feminino (2005 e 2007)
- Troféu Brasil de Remo (1987, 1998, 2000, 2001,2002, 2007, 2008 e 2009)
- Troféu Brasil Unificado: (2007, 2008, 2009).
Glória eterna ao Gigante vascaíno, que nasceu no mar e fez-se grandioso na terra com a luta de todos.
Como diz um antigo dito vascaíno:
 "O Vasco é um clube rico de adeptos trabalhadores e dedicados"
VASCO!!
Vice-Presidência do Departamento de Relações Especializadas
Divisão Centro de Memória
Equipe:
Denis Antonio Carrega Dias (Vice-Presidente do Departamento de Relações Especializadas)
Henrique Hübner (Diretor)
Raphael Milenas (Diretor)
Walmer Peres Santana (Historiador)
Fonte: http://www.vasco.com.br/site/noticia/detalhe/11296/117-anos-de-um-gigante  e NETVASCO

Vasco Ata de Fundação 1898

Vasco Ata de Fundação 1898

Vasco Ata de Fundação 1898

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

VASCO 2015: PARABÉNS VASCO DA GAMA 117 ANOS

Vasco 117 anos de Glórias, Lutas e Vitórias.

Vasco 117 Anos Guerreiros do Almirante 2015

Vasco 117 Anos 2015

Vasco 117 Anos Força Jovem 2015

Vasco 117 Anos Vasboemios 2015

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

ASTOVA, FORÇA JOVEM, TOV, PEQUENOS VASCAÍNOS E FEMININA CAMISA 12 1985: 1ª MARATONA DAS TORCIDAS DO VASCO DA GAMA

Programada para domingo, às 10 horas, a 1ª Maratona das Torcidas do Vasco da Gama, sob a coordenação geral de Iara Barros (Feminina Camisa 12). 
Será no Estádio de São Januário e constará de corrida de bicicleta, eleição da Rainha Mirim e 1º Mini Festival de Refrigerantes, com show e distribuição de balas e brindes para a garotada. Convites no local;
Fonte: Jornal O Fluminense 24 de Abril de 1985

ASTOVA Jornal O Fluminense 1985
ASTOVA Jornal dos Sports 1985

ASTOVA Jornal dos Sports 1985

Feminina Camisa 12 Iara Barros 1978

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

PEQUENOS VASCAÍNOS 2015: PARABÉNS TPV 40 ANOS DE FUNDAÇÃO

Fundada em 20 de Agosto de 1975, a Torcida Pequenos Vascaínos esta comemorando 40 anos de fundação.
Uma data tão importante não pode passar em branco, domingo dia 23 de Agosto vai acontecer uma grande festa em comemoração a seu aniversário
Local: Sítio do Lídio Toledo, Rua Santa América, 200 (Av. das Américas 22975, Rua em frente ao Water Planet).
Churrasco liberado, presença de ex jogadores e ídolos do Clube.
Roda de Samba, com o Grupo Virando Jogo e Bateria da Torcida.
Ingressos: 50.00 e crianças até 13 anos não pagam.
Parabéns a todos os componentes e Diretoria da Pequenos Vascaínos pelo 40 Anos de dedicação ao Vasco da Gama.

Pequenos Vascaínos Festa de 40 anos 2015

Pequenos Vascaínos Festa de 40 anos 2015

Pequenos Vascaínos Festa de 40 anos 2015

terça-feira, 18 de agosto de 2015

FORÇA JOVEM 2015: AÇÃO SOCIAL DA FORÇA JOVEM 26ª FAMÍLIA MANAUS/AM

No ultimo domingo (16/08) o G.R.T.O Força Jovem Vasco - 26ª Família - Manaus/AM realizou em sua sede mais uma Ação Social, a Doação de Roupas para a comunidade da Rua da Cachoeira.
A Família ficou arrecadando durante o mês de Junho roupas, materiais higiênicos e materiais de limpeza. Com a ajuda de todos os membros a Ação foi um sucesso, onde ajudamos cerca de 50 famílias esquecidas pelo Governo e prefeitura, que sofrem até hoje com a cheia e a sujeira do local.
Sempre iremos ajudar os moradores da Rua da Cachoeira, com muito orgulho podemos dizer que esta é a NOSSA COMUNIDADE!
Agradecemos a todos aqueles que de alguma forma contribuiu com a nossa Ação Social e temos orgulho de ter membros assim em nossa Família.
Clique no link e veja mais fotos da ação social:http://www.forcajovem.com.br/site/site/galerias/ver/?id=173
Liderança do G.R.T.O FORÇA JOVEM VASCO - 26ª FAMÍLIA - MANAUS/AM
SEMPRE AJUDANDO O PRÓXIMO!

Força Jovem Ação Social da 26ª Família Manaus 2015

Força Jovem Ação Social da 26ª Família Manaus 2015

Força Jovem Ação Social da 26ª Família Manaus 2015

Força Jovem Ação Social da 26ª Família Manaus 2015



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

GUERREIROS DO ALMIRANTE 2015: GUERREIROS DO ALMIRANTE, 9 ANOS DE HISTÓRIA SEGUINDO O CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA

Quando dizem que é nas derrotas e nas adversidades, que aprendemos e nos reconstruímos, por muitas vezes isso parece clichê, mas no ano de 2006 tal fato realmente ocorreu.
Quem viveu essa época presenciou uma arquibancada vascaína nada uniforme, segmentações surgindo aos montes e chegando ao seu ápice com uma derrota no campo de jogo. Naquele momento, um mundo desabava, mas seguindo a linha histórica do Bravo Almirante, novos caminhos seriam descobertos, e foi nesse caos que surgiu a Barra Vascaína, uma torcida para alguns, um movimento para outros, mas de fato, um grupo de vascaínos, que tiveram como base para uma mudança de conceito, o apoio incondicional visto nas torcidas sul-americanas.
Foi seguindo essa linha que surgiu a Guerreiros do Almirante, com parcos torcedores, que cresceram jogo após jogo, até chegar na sua atual composição e importância na história do nosso Club de Regatas Vasco da Gama.
Nomear todos esses torcedores que ajudaram nesses 9 anos seria impossível, a GdA (como gostamos de abreviar), surgiu para homenagear eternos vascaínos como Pai Santana, para reverenciar ídolos inesquecíveis como Vavá, mas principalmente para ser a voz e a representatividade de vascaínos anônimos como Gabriel Loureiro, João e Elizabeth Schroder, vascaínos que hoje não estão mais presentes fisicamente nas arquibancadas de São Januário, mas que eternamente estarão na memória dos Loucos da Saída 3! Foi para esses “loucos” que a GdA surgiu, para representar o amor incondicional que todos esses e tantos outros guerreiros presentes nos jogos do Vasco da Gama, que existimos nesses 9 anos.
Portanto, nesses 9 anos de GdA, nessa quase uma década de arquibancada, só nos resta homenagear aqueles Guerreiros, que viveram e sentiram o amor que é representar o maior Clube de futebol do Mundo! Não ficamos presos a resultados momentâneos, porque sabemos que quando vestimos a camisa cruzmaltina, quando cantamos “O time da Virada”, representamos o Clube com a história mais bonita e principalmente mais digna entre todos os outros!
Somos felizardos, somos gratos por ajudar a representar e a somar a arquibancada vascaína e por ser parte da voz daquilo que é a principal conquista do Club de Regatas Vasco da Gama, a sua imensa TORCIDA BEM FELIZ!
Obrigado a todos aqueles que fizeram parte dessa História!!!
O Vasco merece muito mais do podemos oferecer!
Fonte: Facebook da Guerreiros do Almirante

Guerreiros do Almirante 2015

Guerreiros do Almirante 2015

sábado, 15 de agosto de 2015

IRA JOVEM 2015: CONCURSO MUSA IRA JOVEM VASCO

A Diretoria da Torcida Organizada Ira Jovem Vasco vem por meio desta anunciar a abertura do Concurso para eleger a nova musa da Torcida.
Se você, vascaína de coração, que possui vontade de demonstrar sua paixão pelo Vasco e pelas arquibancadas e deseja que essa paixão seja amplamente divulgada na maior Torcida Organizada do Vasco presente nas arquibancadas na atualidade, inscreva-se!

REQUISITOS
-Ser maior de 18 anos
-Ser vascaína com assiduidade nos estádios
-Não possuir fotos em concursos semelhantes como participante de qualquer outro clube.
A vencedora do concurso, terá o dever de:
-Comparecer a maioria dos jogos do Vasco da Gama no Rio de Janeiro 
-Autorizar o uso de sua imagem publicamente nos veículos de comunicação (jornais, sites de esportes, tv, etc)
-Ser simpática e receptiva, como toda pessoa publica deve estar preparada para ser.

PREMIAÇÃO
A vencedora do concurso terá garantido seu ingresso a todos os jogos do Vasco da Gama no Rio de Janeiro, eventos e festas que a IRA JOVEM organizar, além de ter a oportunidade de ir aos jogos do Vasco fora do Rio de Janeiro.
Tendo em vista que nossa festa de 9 anos será realizada em breve, a posse da nova musa será feita no dia da festa.
As interessadas em participar do concurso devem mandar seus dados através do Inbox deste perfil, contendo nome, idade, perfil do Facebook e fotos de corpo inteiro.
Boa sorte a todas!
Um abraço,
Diretoria de Relações Públicas

Ira Jovem Concurso Musa Ira Jovem 2015




sexta-feira, 14 de agosto de 2015

GUERREIROS DO ALMIRANTE 2015: NOTA OFICIAL GUERREIROS DO ALMIRANTE

CADÊ O RESPEITO AO TORCEDOR?
O Movimento Guerreiros do Almirante, sempre se posicionou no sentido do apoio amplo ao Club de Regatas Vasco da Gama. Mas sempre, mesmo apoiando nas arquibancadas o nosso Clube, tentou não se omitir em momentos de crise. Seguindo essa linha, já organizamos diversos protestos, inclusive convocando os torcedores para irem a social criticar os desmandos do clube na gestão passada.
Portanto, novamente, somos obrigados a presenciar mais uma fase de vergonhas e humilhações, sem que a Diretoria do C.R.V.G. tome atitudes que tentem acabar com tal agonia.
Estamos a uma semana do aniversário do Vasco e nada de programa de sócios. Enquanto isso, sócios que protestam são suspensos pelo Clube. Nesse momento, nosso Clube encontra-se na última posição do Campeonato Brasileiro, tendo a pior defesa, o pior ataque deste campeonato, e estando com o pior saldo de gols de todas as divisões existentes do futebol nacional.
Sabemos da dificuldade financeira do Clube, entendemos que nesse momento a disputa pelo título seria algo inviável, mas não aceitamos ser chacota!
A ausência de um planejamento é gritante! O Vasco contratou mais atacantes que a quantidade de gols que o time fez até o momento no Campeonato! Jogadores aposentados, indicações de empresários, jogadores contratados por ser filho de ex-jogadores, jogadores anunciados e não contratados, amigos e familiares contratados para administrar a base, ausência de planejamento contratando diversos jogadores para a mesma posição em detrimento de outras, etc.
Por fim, contrataram uma piada de técnico, que por duas vezes já havia demonstrado sua incapacidade técnica comandando o Vasco e com isso estamos na lanterna do Brasileiro.
Não queremos discursos vazios e promessas eternamente não cumpridas! O respeito que o torcedor quer, começa com um time digno das tradições do Vasco e não esse retalho de time que virou a chacota do Campeonato Brasileiro.
Não vamos deixar de ir aos jogos, não vamos nos calar, mas vamos de PRETO, em luto, pelo descaso ao Club de Regatas Vasco da Gama.
Queremos respeito! E queremos AGORA!
Saudações Vascaínas

Guerreiros do Almirante 2015



quinta-feira, 13 de agosto de 2015

FORÇA JOVEM 1995: VASCO PERDE E VIRA CASO DE POLÍCIA

A sétima derrota consecutiva do Vasco no Campeonato Brasileiro transformou São Januário num caso de Polícia. 
Revoltados, dezenas de torcedores se aglomeraram na porta do Clube exigindo, aos gritos a renúncia do Vice Presidente de Futebol Eurico Miranda. 
Entoando frases ofensivas, eles extravasavam a raiva com a péssima campanha do time: desde 1971 o Vasco não perdia tantos jogos seguidos. 
Nem o Presidente Antônio Soares Calçada escapou da ira. A presença de 70 Policiais do 4º BPM e do Choque acabou evitando o pior. Armados de escopetas e metralhadoras, os Policiais conseguiram assustar os torcedores que foram embora.
As cobranças em relação a Eurico começaram ainda no intervalo, quando o Dirigente deixou o banco de reservas em direção ao vestiário.
Em coro, os torcedores ofenderam o cartola, que preferiu não voltar a campo no 2º tempo.
Quando o jogo acabou, torcedores da Força Jovem protestaram ainda mais dentro de São Januário soltando três bombas dentro do campo. 
A Polícia acionada obrigou-os a se retirar.
“Ele trocou cinco técnicos em um ano e nada mudou. Agora é a hora do Eurico sair”, reclamou Antônio Brás Chefe da Força Jovem.
O troco veio na hora: a partir de hoje, a Torcida não contará mais com a Sala em São Januário. 
“São uns marginais, sem vergonhas e safados”, bradou Eurico. O Dirigente garantiu que não renunciará. ”Fui eleito. A solução é o Vasco vencer”, encerrou.
Fonte: Jornal do Brasil 13 de Outubro de 1995

Força Jovem Jornal do Brasil 1995

Força Jovem Maracanã 1995

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

FORÇA JOVEM 1991: RECADOS DA 1ª FAMÍLIA MÉIER 01

Coluna Bate Bola, Jornal dos Sports

ARLINDO GORDO
O Sr Eurico Miranda e o Sr Antônio Soares Calçada estão afundando o Vasco. Não queremos em nosso Clube mascarados tipo, Bebeto, Luizinho e Acácio. Eles ganham uma fortuna para jogar, principalmente o tal de Bebeto....
E se você, Vascaíno, quer fazer parte da Torcida Organizada Força Jovem, venha. Aqui encontrará amigos. Procure-nos em dias de jogo do Vasco, no Maracanã. Um grande abraço ao pessoal da Jovem Fla....

REGINA SAMPAIO - MÉIER
Apesar das cenas lamentáveis que foram registradas, no Maracanã, no jogo entre Flamengo e Vasco, gostaria de parabenizar a todos os componentes da Força Jovem, principalmente pela presença assídua em todos os jogos em que o Vasco participa. É uma pena que o nosso time não esteja retribuindo em campo a confiança depositada pela Torcida Vascaína. Deixo um beijo para a Vanusa, Denise, Lobão, Guru, Rato, Marcelo, Beto e ao nosso Presidente Antônio Brás.

Força Jovem Jornal dos Sports 1991

Força Jovem Jornal dos Sports 1991



terça-feira, 11 de agosto de 2015

RENOVASCÃO 1980: CADÊ O SUPERVASCÃO

Não tenha dúvida: a galera Vascaína vai dar a maior força a equipe nesta Taça de Ouro (Campeonato Brasileiro). 
Vai ao Maraca conferir como joga o Vascão com Fantoni no banco e o ídolo Jorge Mendonça no ataque. 
Mas tem uma coisa: a galera não esquece as promessas dos cartolas e ainda espera os reforços anunciados para formar um supertime....
Mas, apesar de tudo isso, a galera Vascaína promete comparecer em peso ao Maracanã. Quem garante é a veterana Dulce Rosalina, uma das mais respeitáveis, lideres de Torcida no Rio.
“Olha, meu filho, conheço a nossa Torcida. As saudades do Roberto Dinamite acabaram justamente com a chegada de Jorge Mendonça. Agora ele é o nosso ídolo. Todos verão a força da massa Vascaína.”
Enquanto fala, ela passeia os olhos pelas sociais de São Januário. 
É tanta gente que até parece dia de jogo. Enquanto isso, lá no campo, Jorge Mendonça deslumbra os atentos espectadores com seu futebol refinado, deslizando com a bola nos pés entre o meio campo e o ataque.
São momentos de devaneio puro que Dulce Rosalina interrompe, bruscamente, para falar sobre o jogo de sábado.
“São dois pontos ganhos. Coitado do América... Veja só: entraremos em campo com o mesmo time que chegou as finais do Campeonato Brasileiro. Só que agora contaremos com mais um craque. Eu não tenho dúvida de que Mendonça fará muitos gols, igualzinho como fazia no Palmeiras.Veja seus movimentos, veja que beleza de jogadas...”
Tomada por uma paixão que cresceu na década de 1940, quando o Vasco era o famoso Expresso da Vitória, base da Seleção na Copa de 1950, os sonhos de Dulce Rosalina voam alto:
“Veja aquele garoto ali. Não viu o Vasco que eu vi. Mas verá. Digo mais: O Vasco formará uma autêntica seleção”.
Não é difícil descobrir que a Chefe da Renovascão foi cabo eleitoral da atual Diretoria. Pouco adiante, no túnel que dá acesso ao campo, um cartola é bombardeado por perguntas“. 
E Renato Sá? E Pintinho, quando vem? O Edinho ainda está nos planos? Joãozinho é mesmo o ponta esquerda exigido por Fantoni? E Carlos Alberto, lateral direito do Santa Cruz?”....
“Bola por cima, chuveirinho na defesa pra acabar faturando títulos as nossas custas, aqui ó!” Concluiu Dulce Rosalina, cruzando vigorosamente os braços, no gesto característico que melhor combina com a situação e com a gana que ela cultiva de se vingar das Torcidas adversárias. Principalmente do Tricampeão Flamengo.
Fonte: Revista Placar 22 de Fevereiro de 1980

Renovascão Revista Placar 22 de Fevereiro de 1980

Renovascão Revista Placar 22 de Fevereiro de 1980

Renovascão Revista Placar 22 de Fevereiro de 1980