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sábado, 22 de março de 2025

TOV 1988: GALERA ARRECADA FUNDOS PARA SEGURAR ROMÁRIO E GEOVANI

Para manter Romário e Geovani em São Januário, Amâncio César, Chefe da TOV, uma das facções da Torcida do Vasco, está disposto a liderar um movimento de âmbito nacional para angariar fundos e cobrir as propostas dos clubes europeus.

Ele sugere a abertura de uma conta bancária e até colocação de urnas nos principais pontos da cidade, onde seriam colocadas as contribuições.

- Tenho certeza de que os verdadeiros Vascaínos, que querem comemorar mais títulos, contribuirão com sacrifícios para se atingir esse objetivo. Acho que a resposta será positiva. Temos que conservar esses dois grandes jogadores que cheiram a títulos.

Porém o Chefe da TOV acha que isso só não será suficiente e ele faz um apelo:

- Agora seria hora do Arthur Sendas, do Manoel Fontes, do Amaral e de tantos outros Vascaínos contribuírem nessa campanha. Eles bem que poderia dar uma grande ajuda.

Amâncio César disse que vai tentar o apoio das outras facções da Torcida do Vasco para o movimento ficar mais forte e se tornar uma realidade em curto espaço de tempo. Ele quer fazer um trabalho que sensibilize o Rio primeiro e depois todo o Brasil.

Mas, dizem no Clube, ele terá que ser rápido, pois os clubes europeus não perdem tempo quando querem levar um jogador brasileiro, como tem mostrado as últimas contratações.

O Chefe da TOV esteve ontem em São Januário para se informar com relação as possíveis transferências dos dois jogadores.

Para mostrar que sua idéia é mesmo pra valer, Amâncio César quer iniciar logo esse movimento e pretende manter nos próximos dias, os primeiros contatos. Ele quer conversar também com os dirigentes para saber até onde poderá contar com essa ajuda:

- Esperamos contar com Romário e Geovani na campanha pela conquista do tricampeonato. São craques e jogadore que decidem.

Amâncio César, lidera a TOV, Torcida Organizada do Vasco, e é Professor de matemática da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ.

Fonte: Jornal dos Sports 12 de Agosto de 1988

OBS: Romário acabou sendo vendido para o PSV Eindhoven da Holanda em 1988 e Geovani foi para o Bologna da Itália em 1989.

TOV Jornal dos Sports 1988


Vasco Geovani e Romário Vasco Revista Placar 1987


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

FORÇA JOVEM 1988: FORÇA JOVEM E MANCHA VERDE, DIA HISTÓRICO

25 de Setembro de 1988, Palmeiras 2 x 3 Vasco
Dia histórico, dia que foi selada a amizade entre a Mancha Verde e a Força Jovem.
Fomos recebidos com um churrasco na Sede da Mancha Verde (Rua Padre Antonio Thomas) e os principais líderes (Cléo, Moacir Bianchi, Roberto Monteiro, entre outros) subiram num caixote e fizeram discursos inflamados de amizade e união.
Depois fomos todos juntos dividindo os mesmos ônibus, Força e Mancha rumo ao Morumbi, entramos no Estádio pela rampa da Torcida do Palmeiras e depois fomos para nosso lugar na arquibancada visitante, num desfile de bandeiras das duas Torcidas, sendo muito bem recebidos por toda Torcida Palmeirense.
Fotos: Marcello Pereira

Força Jovem Sede da Mancha Verde 1988

Força Jovem Rumo ao Morumbi 1988

Força Jovem Morumbi 1988

Força Jovem Morumbi 1988

Força Jovem Morumbi 1988

Força Jovem Morumbi 1988

quarta-feira, 12 de abril de 2017

VASCO 2017: LIVRO "100 ANOS DA TORCIDA VASCAÍNA", 1988 A QUINA

                                                                               “Vamos torcer sem violência”
                                                                                Faixa – Pequenos Vascaínos

1988                                A Quina

Para o campeonato carioca de 1988, a Rede Globo investiu pesado na cobertura e nas transmissões. Foram vários jogos televisados ao vivo entre os clubes grandes e pequenos (horário domingo pela manhã as 11h) e os clássicos (domingo as 17h). Pela primeira vez o campeonato carioca seria transmitido direto do Maracanã ou dos estádios menores. Resultado imediato: queda brutal do número de torcedores nos estádios. Era a menor média de público nos estádios desde 1965 ( Helal, 1997).
Há uma longa discussão se a tv tira torcedores dos estádios ou não, mas é inegável que, naquele momento, sem um controle dos clubes no horário dos jogos, o aumento da violência na cidade, a dificuldade com o transporte e o alto preço dos ingressos, eram fatores suficientes para fazer que o torcedor preferisse ficar sentado na sua poltrona.
Disputado em 3 turnos por vários meses, o campeonato regional ainda era um título importante, tão especial quanto o campeonato brasileiro. A disputa acirrada entre os times da mesma cidade continuava mobilizando fortes emoções.
O momento esportivo era bastante favorável ao Vasco que, em confrontos com o seu maior rival, levou ampla vantagem, chegando a completar 5 vitórias consecutivas no meio do ano.
De maio a julho de 1988, Vasco e Flamengo se enfrentaram com partidas muito disputadas mas que terminavam com o mesmo resultado. Como o jogo de apostas mais popular na época era a quina (ao acertar 5 números o apostador ficava milionário), a “quina” do Vasco virou o motivo maior de gozação nos anos 1980, ou talvez pelo nome de um doce.
Zombar os rubro-negros com um gol de título feito por um ex-jogador, como foi o caso de Tita em 1987, tinha um gosto especial, contudo, em 1988, um ex-lateral do Flamengo, com um apelido curioso, foi elevado categoria máxima de herói de São Januário.
Final do campeonato carioca, Vasco e Flamengo fazem o último jogo com vantagem de empate para o Almirante. Aos 43 minutos do segundo tempo, Cocada entra em campo para reforçar a defesa, no entanto, com uma arrancada sensacional, o lateral faz um golaço aos 44, corre para comemorar junto ao banco do Flamengo, provoca uma confusão aos 45 e é expulso. A confusão prossegue com briga generalizada entre jogadores até o apito final.
Era a quarta vitória seguida sobre o rival (“a quadra”). Uma pena que menos de 35 mil pagantes para assistir aquela que seria a final de menor público até então. O estádio do Maracanã, acostumado a receber mais de 100 mil pagantes nas decisões, teve um público reduzido com vários espaços vazios e a consagração da separação[1] das torcidas no meio.
A alegria só não foi maior porque em junho de 1988 morria um dos torcedores mais ilustres do Vasco da Gama: Abelardo Barbosa, popularmente conhecido como Chacrinha. Um dos mais irreverentes apresentadores da TV, “O Velho Guerreiro”, fazia questão de mostrar que era vascaíno. Por diversas vezes ele provocava: “quem falar mal do Vasco eu expulso do auditório”. Sempre posando com a camisa do clube e destacado pela imprensa como “torcedor fanático”, Chacrinha não resistiu ao tratamento de câncer que praticamente provocou seu afastamento da TV em 1988.
O sucesso em campo com o bicampeonato carioca se refletia nas arquibancadas com a Força Jovem se tornando a maior torcida organizada do Vasco e passa a investir mais no incremento de suas bandeiras. O melhor exemplo era a do He-Man, personagem popular de um desenho de grande sucesso na época, se tornando um ícone para as outras torcidas. Ainda neste período a novidade eram os sinalizadores, que seriam proibidos e provocariam um grande problema em 1989, no jogo entre Brasil e Chile nas Eliminatórias da Copa da Itália (1990). Quando uma torcedora (Rosinery Mello) atingiu o campo e o goleiro Rojas simulou ter sido atingido, com a partida interrompida.
Apesar de consolidar seu domínio absoluto na torcida vascaína, a Força Jovem enfrentou uma dissidência em 1988, quando surge a Força Independente. Pouco depois ocorre uma briga entre as duas torcidas terminando com 14 feridos e 20 presos. Esta foi a primeira grande briga envolvendo apenas torcedores do Vasco.
Se a torcida brigava com as rivais nas arquibancadas, no clube o ambiente era o melhor possível, em perfeita harmonia, com apoio ostensivo de todas as torcidas aos dirigentes[2], especialmente Eurico Miranda, que passa a ser quase uma unanimidade entre os torcedores.
No campo das alianças se fortalece a união entre a Mancha Verde (Palmeiras) e a Força Jovem. Os laço são cada vez mais estreitos com as lideranças de Cléo Sóstenes (Mancha) e Roberto Monteiro. No entanto, vale lembrar que foi justamente neste ano que o torcedor palmeirense é assassinado, que, infelizmente, até hoje, não foi identificado o autor do crime.
Pouco depois desse episódio ocorre um dos últimos jogos do Vasco do ano contra o Corinthians em São Paulo. Em depoimento sobre as lembranças de antigos membros da FJV, Serginho de Niterói revela o roubo de uma bandeira da Gaviões no centro do gramado, da sua prisão e do clima de guerra na viagem para São Paulo: “foi escolhido a dedo quem era pra ir, não era qualquer um que podia viajar, ao chegar ao Pacaembu, a gente bateu de frente com a Gaviões da Fiel que estava enorme, tinha 53 mil pessoas no Estádio, uns 3 mil Vascaínos, na descida do Tobogã”. Desde 1983 que os jogos entre os dois clubes eram marcados por intensas brigas dentro e fora dos estádios. A realização das caravanas deixavam o aspecto turístico e esportivo em segundo plano, “começavam a ser cada vez mais conhecidas pelo signo da periculosidade, com a intensificação e a sistematização das brigas” (Hollanda, 2009, p.475).
No final do ano ocorreu a eleição presidencial menos disputada[3] da década e também a que teve o menor número de votantes. Com a aliança entre Calçada e Eurico e a boa campanha do time, restavam poucas alternativas de vitória para a oposição. Fernando Horta foi o principal concorrente. O candidato se destacaria nos anos seguintes como o presidente da Escola de Samba Unidos da Tijuca.
No campeonato brasileiro, o Vasco foi o clube de melhor campanha no primeiro turno e também no segundo. Se fosse um campeonato de pontos corridos, teríamos conquistado o segundo título. Mas pelo regulamento foram classificados os oito melhores times para disputar as quartas de final no ano seguinte.
Foi durante o campeonato brasileiro que Romário transferiu-se para o PSV por US$ 5 milhões, sendo na época a mais cara contratação brasileira por um clube estrangeiro. A transação revelava uma nova tendência no êxodo dos jogadores brasileiros para o futebol europeu. No início da década de 1980 os jogadores saíam do Brasil já com mais de 28 anos. Agora cada vez mais cedo nossos ídolos partiam para o exterior. Romário tinha apenas 22 anos quando foi vendido. O jogador se despedia do clube na época das Olimpíadas de Seul, quando foi o artilheiro da competição e levou a medalha de prata para o Brasil. O artilheiro voltaria ao Maracanã no ano seguinte quando conquistaria pela seleção brasileira a Copa América em 1989.
Fonte: Livro “100 anos da Torcida Vascaína”, escrito pelo historiador Jorge Medeiros.


[1] Segundo os torcedores, a violência aumentou muito depois que a Polícia Militar resolveu criar uma fronteira, antes as torcidas se reuniam no Portão 18, entravam juntas, havendo uma briga ou outra, mas logo apartada. A PM determinou que a Torcida do Flamengo se concentrassem na entrada da Estátua de Belini e a do Vasco na UERJ. A partir daí quem passava com a camisa de outro Clube no território inimigo acabava agredido, o que aumentou mais a rixa. (matéria publicada no Jornal O Dia em 1991).
[2] Segundo Ely e Amâncio, todas as Torcidas Vascaínas têm acesso a Diretoria do Vasco e recebem uma ajuda de custo de 30% para as excursos.Cada Torcida recebe da Federação de Futebol 30 credenciais, distribuídas prioritamente para a Diretoria, bateristas e Diretores de faixa e bandeiras. Fora as cortesias dadas pelos Clubes, que somam um total de 150 ingressos, segundo o Superintendente da SUDERJ, Eduardo Aguiar. Os líderes confirmam os números, mas não concordam com a acusação de que Torcidas não pagam ingressos. O Capitão Messias, acredita que reunindo todas as Torcidas, uma média de 500 pessoas entram sem pegar no Maracanã.Fonte: Jornal O Dia 1988              
[3] Rumo Ao Tri – 1564 votos em Calçada  e Opção Vascaína – 257 votos em Fernando Horta.

Vasco Maracanã 1988

Vasco São Januário 1988

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

FORÇA JOVEM 1988: BANDEIRA DA GAVIÕES NO PACAEMBU

“Em 04 de Dezembro de 1988, nós fomos pra São Paulo com dois ônibus, foi minha primeira viagem pra São Paulo, eu já tinha ido pra Minas, tinha 19 anos.
Fui escolhido para ir no ônibus Um, esse ônibus só tinha lenda da Força, era os Metralhas, André, Jorge, Mula Manca, Pança, Rogério Manteiga, Marcelo He Man, Roberto Monteiro, Marcondes, Arlindo, Alison, Assis Negão, Girafa, Japão, Fusca, Foca e Marcos See de Niterói.
Em São Januário, foi escolhido a dedo quem era pra ir, não era qualquer um que podia viajar.
Ao chegar ao Pacaembu, a gente bateu de frente com a Gaviões da Fiel que estava enorme, tinha 53 mil pessoas no Estádio, uns 3 mil Vascaínos, na descida do Tobogã, tinha uma galera do Corinthians comprando ingresso na bilheteria, encontramos os caras e saímos pegando, crente que ia se dar bem, quando fizemos a curva do Tobogã, muita camisa preta, nós com dois ônibus, umas cento e poucas pessoas, eu que estava enfrentando aquilo pela primeira vez, de repente um componente nosso, ele foi pra dentro dos caras, saímos pegando geral, botamos os caras pra correr, ai chegou a polícia aquela confusão e conseguimos entrar no Estádio.
Nós estávamos pequenos e Corintiano pra caramba, os caras fazendo festa, de repente pula um cara da Gaviões com a bandeira e fica tremulando, tipo aqui é tudo nosso, e finca ela no meio de campo e volta correndo pula o alambrado e volta para a Torcida, e fica comemorando, os caras vibrando, e eu na minha sanidade total, cheguei primeiro para o Aloísio Foca de Niterói e falei, se pegar aquela bandeira da fama, ele responde, não tem maluco pra isso não, pegar aquela bandeira, ia ser do caramba.
Nesse tempo a Força estava se firmando no cenário Estadual e Nacional, foi um feito, e foi um ponta pé para ser reconhecida e respeita no Brasil todo, nós estávamos conseguindo aqui no Rio com muito sacrifício.
Encontrei o Metralha e o Japão, eu falei, vou pegar essa bandeira, nego nem deu confiança, quem é esse moleque ai, eu estava com a camisa da Força, uma bermuda preta, três cordões de prata (moda na época), uma touca preta e uma mascara do dito cujo, virei a mascara para trás, e pulei o alambrado e sai correndo até o círculo central, ai nisso aquele silêncio no Estádio, peguei a bandeira e voltei vuado, nisso eu voltando, e olhando para a Força, nego comemorando igual a um gol, ai peguei e joguei a bandeira pra Torcida e fui pular de volta, só que já tinha seis PMs me esperando, ai me pegaram pela bermuda e foram me levando pra onde era o DPO do Estádio, só que esse DPO era debaixo da Gaviões, e por todo esse trajeto a Torcida me hostilizando, que eu ia morrer,que eu tinha desonrado o Timão, os PMs, falando vão juntar a gente, vamos largar esse cara aqui, ai eu falei, não pelo amor de Deus, me leva, ai conseguimos chegar no lugar onde fica detido.
Chegando lá o cara pega minha identidade e eu estava sem a camisa da Força, lógico coloquei dentro da bermuda, ai entra um cara, entrando na porrada, rindo, encostaram ele na parede, e eu numa cela 2x1, ai o cara tomando cassetete nas costas, olha pra mim e fala vou te matar, ai jogaram ele na cela, esse cara simplesmente era um grande da Gaviões e tinha ficado cego de um olho em São Januário, quando o cara entrou na cela, Carioca FDP, eu vou comer seus olhos, eu falei agora vai ser na porrada, nisso entrou dois PMs seguraram ele, o Rogério Alves (ex Força Jovem década de 1970) Advogado do Vasco, tinha ido me tirar, a pedido de Eurico e do Ely Mendes (Presidente da Força), me tirou da cela, o cara ficou esbravejando, eu fui com Rogério Alves, ele de terno e eu de bermuda e sem camisa, por dentro do gramado, até onde estava a Força Jovem, foi de ponta a ponta, antes de chegar a galera me reconheceu.
 Êeee, esta chegando a hora, carioca vai morrer”, eu falei, vai pular gente no gramado, vai dar ruim, chegando em frente a Força Jovem, tirei a camisa de dentro da bermuda, sacudi ela e pulei o alambrado de volta, ai nego começou a cantar.
Força Jovem, eee, é a Força Jovem, eee, da porrada na Jovem e na Fiel, Força Jovem é cruel, Eu sou da Força Jovem eu sou...
Mais uma festa, como se fosse uma goleada histórica, o Ely Mendes, coitado, coroa, né, falou, meu filho você é maluco, blá blá blá, você pode pedir o que você quiser no bar, a partir daí eu comecei minha história na Força Jovem, além de vários combates, mais essa ai foi histórica, são mais de 25 anos, e essa história perdura, acho que foi o ponta pé inicial, para Força Jovem ser conhecida no Brasil e principalmente ser apresentada a Gaviões, falou Serginho de Niterói.
“Nunca mais vou esquecer esse dia, Serginho entrou para a história”, disse Rogério Manteiga
“Ali foi sobrevivência, ali foi, quando Serginho estava voltando com a Bandeira, eu nunca vi tanta camisa preta na minha frente, os caras correndo pela arquibancada, eu me lembro que estava com dois caras aqui de Marechal, um dos caras falou, o que estou fazendo aqui, aquilo ali eu pensei, o massacre, não tinha jeito, os caras apedrejando a gente daquele terreno baldio, apedrejando a gente de cima do morro, e lá naquela arquibancada da frente, colocaram a gente no pior lugar, aquilo foi uma sobrevivência, quanta gente caindo de pedrada, de repente a PM jogou gás de pimenta, demos sorte, dali em diante começaram a nos respeitar, mais ainda”. Falou Japão de Marechal Hermes.
Fonte: Wattsapp "Dinossauros vem ai" em 16 de Setembro de 2015

Força Jovem 1988

Força Jovem 1988

Força Jovem 1988



terça-feira, 1 de março de 2011

FORÇA JOVEM 1988: AMIZADE SELADA COM A MANCHA VERDE

Dia Histórico. Uma grande amizade com a Mancha Verde é selada em São Paulo num jogo contra o Palmeiras no Morumbi pelo Campeonato Brasileiro, na Sede da Mancha Verde no Parque Antártica, Roberto Monteiro, o Presidente da Mancha Verde Cléo, Moacir Bianchi e outros componentes sobem num caixote e fazem discursos inflamados de união. 
Fomos recebidos com um grande churrasco, dia de muita confraternização.
Depois partiram todos juntos nos ônibus da FJV rumo ao Morumbi.

Força Jovem Hélio de Magé, Manteiga, Sandro He-Man, Aladir, Dário, Bola de Neve no Parque Antártica 1988
Força Jovem na Sede da Mancha Verde 1988

Força Jovem Hélio de Magé na Sede da Mancha Verde 1988

Força Jovem Caravana da FJV 1988

Força Jovem Morumbi Palmeiras x Vasco 1988