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sábado, 6 de setembro de 2025

ALMIRANTE DA COLINA 1980: SALA EM SÃO JANUÁRIO

A Torcida Almirante da Colina, como forma de agradecimento por haver conseguido junto ao Presidente Alberto Pires Ribeiro, uma sala no estádio de São Januário, para suas reuniões, prestou significativa homenagem ao dirigente máximo do clube, lhe ofertando uma placa de prata.

Participaram da solenidade: Francisco Barreto Mendes (Chiquinho), Presidente do TAC.; Marco Antônio; Manoel Joaquim Pereira, Jorge Luiz; Jessé Rodrigues de Almeida; Júlio César; Regina Maria e Marlene Georgina.

Fonte: Jornal do Vasco, Centro de Memória do CRVG

Torcida Almirante da Colina Jornal do Vasco 1980

Torcida Almirante da Colina Jornal do Vasco 1980

Torcida Almirante da Colina Centro de Memória CRVG 1980


PEQUENOS VASCAÍNOS 1980: FAIXA EM HOMENAGEM A VOLTA DE ROBERTO DINAMITE

Roberto Dinamite foi vendido pelo Vasco ao Barcelona da Espanha, nessa época poucos jogadores iam para Europa, logo na estreia ele faz dois gols contra o Almeria, mas com a mudança de técnico ele foi perdendo espaço no time Catalão (foram 11 jogos e 3 gols). Três meses depois de sua saída Vasco o trouxe de volta.

Logo na sua volta ele faz 5 gols no jogo Vasco 5 x 2 Corinthians (04 de maio de 1980) para alegria dos Vascaínos, no total foram 36 gols nesse ano pelo Vasco.

A Torcida Pequenos Vascaínos leva um faixa para o Maracanã em homenagem a volta de Roberto Dinamite, onde está escrito.

“Com Dinamite, o Rio volta a ter cheiro de gol.”

Pequenos Vascaínos Maracanã 1980

Pequenos Vascaínos Roberto Dinamite e Zeca  década de 1980

Pequenos Vascaínos década de 1980


quinta-feira, 4 de maio de 2023

VASCO 1980: DINAMITE VOLTOU, É A EXPLOSÃO VASCAÍNA


O artilheiro chora. Não é explosão de gol, nem de raiva, tampouco dor das botinadas inimigas. Chora, e chora muito, pela emoção de voltar ao Brasil, depois da experiência frustrada no Barcelona. Por voltar ao seu Vasco, aos braços da torcida que o idolatra. Roberto, o artilheiro dos artilheiros, treme da cabeça aos pés, na saída da alfândega do galeão. 

São 1500 torcedores querendo tocá- lo, beijá lo. E ele estático, as lágrimas correndo pelo rosto, molhando a camisa. Roberto Dinamite não aguenta: “Eu não esperava por isso tudo. Pelo Deus do céu, eu vou me sentir mal, eu estou sonhando.”

Nem o cansaço da viagem o faz ir para casa: segue direto para São Januário. O ídolo volta ao clube que o criou e consagrou. A  torcida o acompanha em cortejo. O Dinamite é do povo.

Às 16h da tarde, Roberto volta a São Januário. No vestiário, cumprimenta um por um. Agora, ele veste a camisa do Vasco. Recusa o calção. Entra de calça de brim e aquela camisa 10 que, na linguagem dos locutores esportivos, tem cheiro de gol. Hesita entrar em campo, encarar as 10 mil pessoas que foram para vê lo. Quase empurrado, Dinamite adentra o gramado.

Silêncio total. Roberto e a torcida se encaram. Roberto, parado, a torcida inicia aplausos tímidos. Até que se quebra o silêncio, a tensão. Roberto abre os braços, acena. Seu nome é gritado em coro. Roberto Dinamite, o artilheiro dos artilheiros, mais uma vez é do povo.  


Fonte: Revista Placar 1980



sábado, 6 de março de 2021

FORÇA JOVEM 1980: CARAVANA DÉCADA DE 1980 02

 

Força Jovem Campos década de 1980

Força Jovem década de 1980

Força Jovem década de 1980

Força Jovem década de 1980

terça-feira, 11 de abril de 2017

MOTIVASCÃO 1980: AMAR É ...

Saber Torcer
Torcer pelo melhor
Torcer pelo Vasco
Erguer sobre o corpo a camisa cruzmaltina
Não deixar de torcer
Incentivar o Vasco nas vitórias e derrotas
Contar com resultados positivos
“Amar é tudo isso e compartilhar da Torcida Motivascão, que tem como objetivo, Amor ao Vasco”
Rosangela e Deucimar, Torcida Motivascão, Rio.
Fonte: Jornal dos Sports, Coluna Bola em Jogo 12 de Agosto de 1980

Motivascão Jornal dos Sports 1980

Motivascão Volta Redonda 1980

sábado, 11 de março de 2017

VASCO 2017: LIVRO "100 ANOS DA TORCIDA VASCAÍNA", 1980 DINAMITE ENTRE O PAPA E SINATRA

                                                    “Não tememos esse ridículo combinado de Torcidas”
                                                                          Amâncio César, TOV

1980                Dinamite entre o Papa e Sinatra

Criada no final do ano de 1979, a CBF tinha como desafio maior dar um novo rumo para o futebol brasileiro e iniciar um processo de modernização deste esporte. O primeiro passo foi a criação do técnico exclusivo: Telê Santana deixava o Palmeiras e passava a dar toda atenção ao selecionado brasileiro.
No Vasco a principal mudança era a contratação de Jorge Mendonça para cobrir a saída do ídolo Roberto Dinamite vendido para o futebol espanhol. Os dois eram craques e brilharam na Copa de 1978, mas eram jogadores de estilos bem diferentes (Roberto era centroavante e Mendonça era meia esquerda), contudo para Dulce Rosalina valia o ditado “rei morto, rei posto”, para ela o ex-atacante do Palmeiras, seria o jogador perfeito para dar um toque refinado ao time e ser o principal elo de ligação com o centroavante Paulinho. Não seria uma tarefa tão simples como os dirigentes e a torcedora-símbolo apostavam, mas a rivalidade com o Flamengo reaproximaria Roberto ao Vasco em questão de poucos meses.
Antes da visita do papa ao Maracanã, o nome mais ouvido pelos gritos da galera era Roberto Dinamite, após três meses em Barcelona e insatisfeito com o novo clube, o ídolo foi sondado por dirigentes de Flamengo que negociavam sua volta para o Brasil e formar uma dupla de ataque com Zico.
Marcio Braga, principal dirigente rubro-negro, antecipava pelos jornais a contratação do atacante e provocava a torcida vascaína. Neste momento dirigentes vascaínos passam a negociar também. A disputa entre os diretores dos clubes rivais acirrava o debate entre os torcedores que aguardavam com imensa expectativa o desfecho daquele confronto.
Para  o Vasco virou uma questão de honra não deixar o rival colocar a sua camisa rubro-negra no principal ídolo cruzmaltino dos anos 1970. E foi o que aconteceu: Roberto volta ao Brasil com uma recepção calorosa no aeroporto feita pelas torcidas.
A resposta do Flamengo viria a seguir com a partida entre Vasco e Corinthians no Rio de Janeiro. Na semana da estreia de Roberto no Maracanã a polêmica foi apimentada por Marcio Braga que, desmoralizado com sua torcida, tenta dar a volta por cima resolvendo acirrar os ânimos entre cariocas e paulistas, ao promover a união das torcidas de Flamengo e Corinthians contra o Vasco.
Sua estratégia de marketing era criar a “Fla-Fiel”, uma alusão a junção da torcida do Flamengo com a maior torcida organizada do Corinthians, a Gaviões da Fiel. O objetivo era incentivar uma nova invasão corintiana como foi feita em 1976. Mas o golpe completo foi marcar rodada dupla (o Vasco foi contra) com a preliminar entre Flamengo e Bangu, também pelo campeonato brasileiro (mas em outra chave). A partida principal ficaria entre Vasco e Corinthians.
O resultado final deixou qualquer vascaíno em êxtase e até hoje faz questão de lembrar: goleada por 5 a 2, com 5 gols de Dinamite. Marcio Braga e a torcida do Flamengo querem esquecer para sempre aquele dia...
Em 1980 o Maracanã deixou em duas ocasiões de ser o palco principal do futebol para receber duas atrações extra-esportivas. A primeira foi em janeiro com o cantor norte-americano Frank Sinatra que visitava o país pela primeira vez. Ele conseguiu levar mais de 100 mil pessoas ao estádio que conheceu, neste dia, um dos personagens mais folclóricos da década, mais conhecido como o Beijoqueiro.
Se Sinatra fez sucesso no Maracanã, poucos meses depois ele seria suplantado por uma figura religiosa de grande popularidade: a visita do Papa João Paulo II ao Brasil. Aquela seria a sua primeira vez no país e, sem dúvidas, a mais importante. Percorrendo varias cidades, o papa conseguiu arrebanhar milhares de pessoas pelos estádios por onde passou, sem contar com a transmissão ao vivo pela TV em alguns locais.
Na ocasião uma música[1] marcaria o contato do sumo pontífice com as multidões. A canção em sua homenagem “A benção João de Deus” era cantada em todos os cantos do país, tornando-se um ícone no imaginário popular da época. Logo a música seria  incorporada pelas torcidas de seus clubes nos estádios. Em principio ela não tinha identificação com nenhum clube específico.
Antes da visita do Papa ao Brasil o Flamengo conquistaria seu primeiro campeonato brasileiro. Para fazer frente a Flapress que vivia endeusando o clube da Gávea, o Vasco fazia uma nova grande contratação. Trazia do Grêmio o tricampeão mundial, Paulo César Caju. O atacante que já havia jogado pelo Botafogo, Flamengo e Fluminense, agora seria a nova estrela vascaína. Empolgada com a contratação, a torcida da cruz de malta foi maioria absoluta nos mais de 60.000 pagantes[2] que prestigiavam a estréia do craque no primeiro jogo da Taça Guanabara de 1980.
Mas não era somente PC que a torcida queria ver, tinha também um elenco feminino especial que entraria em campo: as “foguetes”. Uma novidade lançada pelo apresentador de TV Carlos Imperial. As “lebres do Imperial” entraram em campo com uma bandeira gigante do Botafogo e distribuindo flores. Foram recebidas calorosamente pela torcida vascaína aos gritos de “Piranhas, piranhas”.
Mas a gozação maior veio no final do ano com a derrota do Flamengo para o Serrano com o gol de Anapolina. Com este resultado, o rubro-negro viu o Vasco assumir a liderança do campeonato e depender só dele para conquistar o título. O que acabou acontecendo na semana seguinte com a vitória sobre o Americano em São Januário. O troféu do segundo turno foi comemorado intensamente pelos vascaínos que lotaram o seu estádio (mais de 20.000 pessoas) e viram seu clube fazer o gol da vitória no último minuto. Ao final da partida uma multidão invadiu o gramado para comemorar com os jogadores e fazer um verdadeiro carnaval em campo. Foi uma das partidas mais emocionantes de todos os tempos no nosso glorioso estádio[3].
A festa dos vascaínos ficaria completa no fim do ano com a conquista do campeonato carioca pois quebraríamos a “escrita” diante do Fluminense. No entanto, o time não estava inspirado e o tricolor venceu o Vasco por 1 a 0, gol de falta de Edinho[4]. Pouco antes da cobrança, na tensão do empate, os tricolores resolveram entoar a “canção do Papa”. Daí em diante ficou para sempre na lembrança dos tricolores. Era a senha para os tricolores incorporarem em definitivo a canção como uma graça divina alcançada. Virou o “hino da torcida tricolor”.

[1] Nas rádios de todo o Brasil, o “Balancê”, era a música de maior sucesso na voz da cantora baiana Gal Costa. A sua letra seria adaptada pela torcida do Vasco em 1992 para gozar com os rubro-negros, na tragédia do Maracanã naquele ano.
[2] Apesar do aumento expressivo no preço das arquibancadas que passou de Cr$ 80,00 para Cr$ 120,00, o que provocou uma reação da torcida. Dulce Rosalina chegou a sugerir uma greve dos torcedores como protesto pela majoração dos ingressos.
[3]  O locutor esportivo da TV e colunista do Jornal dos Sports, Carlos Lima,  comentou: “Em quase 30 anos de carreira, com muitas Copas, Olimpíadas, pentacampeonato do meu Esporte Clube Bahia, nunca vi o que Vasco e Americano proporcionaram na quarta passada: vi gente desfalecendo e vi gente chorando"
[4]  No duelo das torcidas no estádio, o Jornal do Brasil do dia seguinte fez a seguinte comparação: “Visualmente na entrada dos times em campo, a torcida do Vasco levou vantagem: as bandeiras, papéis brancos e foguetes fizeram maior efeito do que o talco e foguetório dos tricolores. Em entusiasmo, no entanto, perdeu nitidamente para o Fluminense, principalmente depois do gol”.
Fonte: Livro “100 anos da Torcida Vascaína”, escrito pelo historiador Jorge Medeiros.

Vasco 1980

Vasco Jornal do Vasco 1980



sábado, 19 de novembro de 2016

PEQUENOS VASCAÍNOS 1980: A MELHOR BATERIA DE TORCIDA DO BRASIL

Dona de uma das melhores baterias de Torcida Organizada do Rio, a Pequenos Vascaínos foi se constituindo em ponto de encontro dos que apreciam o ritmo de samba, inclusive de alguns vindo de Torcidas adversárias.
O maior orgulho da Torcida, segundo Zeca, é a sua Bateria. 
Composta por mais de 40 peças, ela chama a atenção nas arquibancadas do Maracanã não só por seu volume mas, principalmente, por sua harmonia.
“Ela é, sem dúvida; o ponto alto da nossa Torcida é o fator mais importante para o sucesso que nós alcançamos. Modéstia a parte; a Pequenos Vascaínos, tem hoje a melhor bateria de Torcida do Rio”.
Não é a toa que muitos integrantes de outras Torcidas gostam de parar algum tempo por lá e ajudar a tocar alguns instrumentos. E até mesmo de Torcidas adversárias vem alguns que já se tornaram verdadeiros fãs da bateria da Pequenos Vascaínos.
- O Niltinho, da Torcida Jovem do Flamengo é um deles. Quando o Vasco joga contra outro time que não seja o dele, ele está lá com a gente, levando no tarol ou no repique, informou.
Isso tudo ajudou a Torcida a crescer, de tal forma, que ela hoje é presença obrigatória em todos os compromissos do Vasco, seja no futebol, ou nos esportes amadores, no Rio e em todo o Brasil. De grande importância para o seu desenvolvimento é também a atuação constante de seus diretores: Cláudio Lopes, José Petito, Antônio dos Santos, Paulo Martins e Laerte Chagas que tem ajudado, inclusive, na parte financeira.
“Para se manter uma Torcida, sempre de bandeiras novas e couros esticados, não basta o espírito e o coração Vascaínos. É necessário, sobretudo o auxílio financeiro e graças a esses seis Diretores, é que temos sobrevivido, confessou Zeca.
Fonte: Jornal do Vasco 1980

Pequenos Vascaínos bateria década de 1980

Pequenos Vascaínos bateria década de 1980

Pequenos Vascaínos bateria década de 1980

Pequenos Vascaínos bateria década de 1980

sexta-feira, 17 de abril de 2015

VASCAXIAS 1980: CAXIAS PRESTA HOMENAGEM AO FILHO ILUSTRE

O atacante Roberto Dinamite, vendido ao Barcelona, foi homenageado ontem em Duque de Caxias, município onde nasceu e iniciou-se no futebol, pela Associação Comercial e Industrial, Torcida Organizada Vascaxias e pela Prefeitura.
Roberto nasceu no Bairro São Bento, em 1955. E iniciou-se no futebol jogando no infantil do EC São Bento, indo depois para o juvenil do Vasco.

TORCIDA PRESENTE
Dezenas de torcedores do Vasco, foram despedir-se de Roberto Dinamite. O mascote da Vascaxias, Eduardo, de 2 anos, pediu a Dinamite para autografar uma camisa, Muitas garotas rodearam o jogador, levando fotografias dele para ser autografadas.
O Presidente da Vascaxias Fanor Matos, ofereceu a Dinamite um diploma de Presidente Honorário da Torcida. Roberto foi padrinho da Vascaxias, justamente com sua mãe, a madrinha.
Fonte: Jornal O Fluminense 09 de Janeiro de 1980

Vascaxias Jornal O Fluminense 1980

Vascaxias Jornal O Fluminense 1980

Vascaxias Jornal O Fluminense 1980

domingo, 13 de outubro de 2013

ALMIRANTE DA COLINA 1980: APOIANDO O BASQUETE

O Chefe da Torcida Almirante da Colina, está convocando todos os seus componentes para comparecerem a São Januário hoje a noite. Haverá jogo de Basquete, contra o Municipal.
Fonte: Jornal O Globo 23 de Maio de 1980.

Almirante da Colina Jornal O Globo 1980

Vasco Basquetebol Cabo Frio 1980

Vasco Basquetebol Cabo Frio 1980

Torcida Almirante da Colina Maracanã 1981